Para Rogério Ceni, o dia 7 de setembro não significa somente o dia da Independência do Brasil.
Hoje, o goleiro comemora 19 anos trabalhando no Tricolor e se diz orgulhoso pelo feito.
“Sofri uma lesão grave, mas voltei a jogar. O único orgulho que tenho de mim mesmo é minha dedicação ao trabalho”, festejou o ídolo são paulino, que está recuperado da lesão mais grave que sofreu em sua carreira.
Há 19 anos, Rogério chegou ao São Paulo após iniciar sua carreira no Sinop-MT. No clube, o camisa 1 fez parte das categorias de base antes de ser integrado ao elenco principal.
“Este é o clube em que eu adoro jogar. Sinto o maior prazer do mundo aqui. O dia em que eu parar, não sei como será minha vida. O carro já sai sozinho de casa e vai para o CT. A família também é importantíssima, mas minha vida gira muito em torno disso aqui”, afirmou.
Rogério Ceni é o jogador que mais vestiu a camisa do São Paulo, com 861 participações, e também é o maior goleiro-artilheiro do futebol mundial, balançando as redes 83 vezes.
Dentre os principais títulos conquistados pelo goleiro pelo time do Morumbi, estão incluídos a Copa Libertadores da América (1993 e 2005), o Mundial de Clubes (1993 e 2005) e o Campeonato Brasileiro (2006, 2007 e 2008).
Aos 36 anos, o jogador tem contrato com o Tricolor até 31 de dezembro de 2012.
Foto: Vipcomm
Opine sobre o maior goleiro artilheiro de todos os tempos! E ele será presidente do São Paulo também? E você que não é sãopaulino gostaria de ter Rogério no seu time?
Paixão tem limites. Até para um torcedor de futebol. O desempenho do time é fundamental para que um clube possa garantir grandes públicos e encher os cofres com boas rendas. É o que mostram os números do levantamento completo feito por Ivan Rizzo, especialista em controle de acesso a estádios de futebol. Os dados são públicos, divulgados por Conmebol, CBF, federações estaduais e clubes. Apenas algumas partidas da Libertadores e da Sul-americana tiveram dados colhidos na imprensa.
Foram analisadas variáveis como total de público, renda, tíquete médio (divisão do total de renda pelo total de público que indica o valor médio do ingresso cobrado ao longo do ano) e ainda o importante potencial de arrecadação com as bilheterias. Cada clube lida com o assunto de forma diferente. Para alguns, trata-se de receita fundamental. Para outros, apoio importante para resultados dentro de campo.
Gigantes como o campeão de bilheteria Flamengo ou o campeão brasileiro São Paulo ainda não estão próximos do potencial de renda, que pressupõe estádios cheios em todos os jogos da temporada e o valor do tíquete médio cobrado em 2008. O Fla foi o recordista brasileiro de renda na temporada com mais de 25 milhões de reais para mais de 40 milhões de reais de potencial. Para o tricolor paulista, a renda foi de mais de 16 milhões de reais para um potencial que passa dos 50 milhões. Encher o estádio em todas as rodadas como mandante parece impossível, mas os números dão a noção do espaço que existe para crescimento.
E para falar em desempenho, vamos ver alguns exemplos dos efeitos de vitórias ao longo do ano. Vice da Libertadores, o Fluminense viu o seu público médio subir 54% para 23.970 com a segunda maior renda da temporada, atrás apenas do Flamengo. Finalista da Copa do Brasil e campeão da Série B, o Corinthians dobrou a renda total e teve aumento de 39% no público, com média de mais de 26 mil torcedores superando o tricampeão brasileiro em renda total.
Também entre os clubes mais populares do Brasil, o Flamengo conseguiu a proeza de quase dobrar o grande público que teve em 2007, de 877.826 para 1.453.477 este ano. Sem a Fonte Nova, o Bahia teve queda de 86% no público. Já o Palmeiras, apesar de não aparecer entre os 10 primeiros no total de torcedores, foi o quinto em renda, com um dos maiores números de tíquete médio do Brasil, no valor de R$ 28,62. Veja os gráficos e tabelas com os dados de público e renda das principais equipes do Brasil: ** Dados ausentes indicam que o clube não figurou nas lista de 10 maiores públicos ou rendas do ano.
Veja os gráficos e tabelas com os dados de público e renda das principais equipes do Brasil:
E aí torcedor, o que achou dos números? E parece que a Fiel de verdade é a torcida do Mengão, hein? Até a torcida do Flu do Rio passou a do Corinthians em público esse ano. Agora, a vergonha é a torcida do São Paulo Tri-Hexa, que só vai na boa, ficar em oitavo. Opine sobre o texto do excelente Sérgio Patrick.
Garanto que não quis imitar o nome do bom programa apresentado pelo competentíssimo Antonio Abujamra na TV Cultura. Mas o título vem bem a calhar para o mundo do futebol. Por exemplo, o são-paulino Felipe Massa provocou no início do ano o Corinthians. Chegou a dizer para uma repórter que foi bom ver o time do Parque São Jorge cair. Agora, teve de agüentar as gozações feitas por um “representante” da Fiel no YouTube. Massa perdeu a ótima oportunidade de ficar quietinho, quietinho…E Vampeta no ano passado? Falou muito, jogou pouco. E no final do ano teve de lamentar mais um rebaixamento. Antoine Gebran, também em 2007, disse que a camisa do Corinthians jogava sozinha. Não jogou! E por onde anda o Gebran? E o que faz hoje o Velho Vamp? Que dupla, hein?Amoroso também era falante. Alfinetou meio mundo quando estava em alta no São Paulo. Mas depois caiu no ostracismo. Alguém viu o Amoroso por aí?
Márcio Braga cansou de ironizar os adversários e exaltar o rubro-negro. Em 2005, o dirigente rubro-negro disse, pouco antes de um jogo contra o Corinthians, que o argentino Carlitos Tevez não era tudo o que falavam na imprensa. Resultado: o Flamengo tomou um baile ao ritmo de cumbia. Carlitos deitou e rolou.
Neste ano, Braga disse que já tinha encomendado as faixas do hexa. Mas será que ele encomendou mesmo para o Flamengo? Ou seria para o São Paulo?
Renato Gaúcho parece ter aprendido a lição. A língua enorme do ex-atacante só atrapalhou o Fluminense. Agora, no Vasco da Gama, o jeito é costurar a boca. Falar muito pode atrapalhar. Ainda mais para quem corre o risco de rebaixamento. E ele já viveu essa situação no Flu.
Não é só o Grêmio que luta pelo tri (já foi campeão brasileiro em 1981 e 1996). Não é só o São Paulo que quer o tri verdadeiro (campeão três vezes seguidas). O Flu também pode ser tri: tri rebaixado para a Série B. Ah, e foi uma vez também para a Série C.
Marcão, que é um cara nota 10, pode até negar, mas deu a impressão de que o goleirão do Palmeiras teve mesmo a intenção de provocar Luxemburgo. E por falar em Luxa, quem é melhor comentando na TV: Milly Lacombe, o ex-jogador Caio Ribeiro, o simpático músico Léo Jaime, o humorista Chico Anysio ou Luxemburgo? Mande sua opinião para o meu e-mail.
Tita ironizou o Corinthians ao dizer que o meia Morais não trocaria o Vasco por uma equipe que estava na Segunda Divisão. Tita caiu em São Januário poucas rodadas depois.
Ilsinho, o lateral, disse certa vez que tinha feito o certo em trocar o Palmeiras pelo São Paulo. “Na hora que eu percebi que o barquinho estava afundando, eu pulei fora”, falou Ilsinho, poucos dias depois de ter “pulado” o muro. Acho que ele foi um pouco injusto como o time que o formou, mas cada um é cada um.
Santista fez muita festa quando o Corinthians caiu no ano passado. Lotou a praça Independência, lá na Terra da Liberdade e da Caridade. Mas hoje, o mesmo santista, sente na pele o que drama que é o risco da queda. Acho que o Santos escapa, mas a torcida do Peixe deve estar se lembrando do que sentiram os corintianos, em 2007, e os palmeirenses, em 2002.
São-paulino tira sarro de palmeirenses e corintianos por nunca terem sido rebaixados no Brasileirão. Mas os anos de 1990 e 1991 voltaram a ser lembrados. No outro dia em debate de programa esportivo de rádio paulistana, o clima até esquentou por causa disso. Mas é mesmo estranha aquela “manobra de bastidores”, termo usado pelo próprio “Almanaque do São Paulo”, no Paulistão de 90. E a manchete de um dos jornais mais importantes do país daquele ano, então? E dizem que o Corinthians quer tirar a revanche com o São Paulo, caso o Tricolor seja mesmo o campeão brasileiro de 2008. Afinal, o São Paulo não disputou uma Segundona do estadual em 1991 e depois brigou pelo título com o Corinthians? Então…
Jornalista Profissional Diplomado, Publicitário, Empresário, Apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, Escrivão de Polícia aposentado em Classe Especial, pecuarista, cafeicultor, tem o Café Milton Neves no mercado desde maio de 2008 e é empresário também no ramo imobiliário.