22/01/2009 - 10:44


Acima, manchete da Folha de S. Paulo do dia 21 de junho de 1990.
Acima, trecho do regulamento do Paulistão de 1990, enviado por Kalef Jão Francisco, à época Diretor de Futebol do São Paulo FC.
Afinal, o São Paulo caiu ou não para a Segunda Divisão do Campeonato Paulista? Para este blog o São Paulo não apenas caiu em 90 como o título paulista de 91 vale tanto quanto o título “mundial” do Corinthians em 2000: NADA!!! Opine!!!
Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Bastidores, Clubes, Polêmicas, Tema Livre
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08/12/2008 - 14:06
Arte: Gustavo Grohmann
Eurico, Dinamite ou o imponderável?
A verdade é que a nau vascaína agora navegará por mares nunca dantes navegados.
É claro que o “euriquismo” tem e ainda terá fortes efeitos colaterais em São Januário.
E o recuo não é e será só desses meses da queda, mas de anos de prejuízos de imagem do clube, auto estima do torcedor e rendimento técnico do time.
Só que chega de culpar o Eurico.
Que ele não volte nunca mais.
Mas culpá-lo eternamente não levará a nada, como está se vendo.
E que Roberto Dinamite deixe de ser esse “Suplicy do Futebol”!
É muita sinceridade, pureza, ingenuidade, bondade e… moleza!
Tudo isso em um mundo de hipócritas, impuros, raposas e lobos-maus, rapidíssimos.
Como ao bom senador, que acredita em Papai Noel, falta a Dinamite a contundência do líder na hora certa.
Ademir da Guia foi um dos 10 melhores jogadores do mundo, mas ninguém soube disso, fora de São Paulo.
Culpa dele, muitíssimo bom de bola, mas sempre mole demais, com endomarketing zero em torno de sua marca, então tão rara.
Na vida, seja sempre um Ademir da Guia em 90 e tantos por cento.
Mas com pitadinhas de Rogério Ceni, Leão, Serginho, Edmundo, Zito e Chicão.
Atletas polêmicos, brigões, líderes aos seus modos, exclusivistas alguns, mas todos vencedores e exigentes.
Afinal, trata-se de futebol e futebol é disputa e não chá de vovós no fim da tarde.
Acorde, Dinamite, todos os apóiam na mídia, até exageradamente.
Talvez mais por ataque e ódio por Eurico do que por verdadeiro respeito e amor por você.
E não dá para apagar: quem caiu foi você, Dinamite! Está em seu currículo e jamais sairá!
Agora, arrume novos marinheiros, esqueça o “velho pirata” Eurico e mostre que você é um grande líder e não fruto de modismo, um presidente lotérico.
Senão, de Suplicy, você vira o “Evo Morales da Bola”.
Ou um almirante de canoa furada.
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07/10/2008 - 18:37
Ruim com ele, pior sem ele. Será que se o amado e odiado Eurico Miranda voltasse hoje ao comando do Vasco, o time se livraria do rebaixamento? Pelo menos é isso o que o jurássico cartola garante.
“O Vasco tem cem por cento de chances de cair para a segunda divisão se eles continuarem cometendo os erros que estão cometendo. Eles estão insistindo nos erros. Os erros são permanentes, diários. Se eu assumir o futebol do Vasco, com plenos poderes para fazer o que eu quero, o Vasco não cai para a segunda divisão”, bancou o polêmico cartola, em entrevista ontem ao programa Casaca no Rádio.
Caro torcedor: a solução para o Vasco não cair seria a volta de Eurico Miranda à presidência? Ruim com ele, pior sem ele? O que você acha? Opine!
Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Clubes, Polêmicas
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25/08/2008 - 18:41
Abaixo, confira os principais trechos do livro “Salvem o Corinthians”, lançado pela neta do alijado presidente Alberto Dualib. Cabe lembrar que a contestada empresa de Carla cuidou do marketing corintiano por anos.
-“Por que só agora você resolveu dar a sua versão dos fatos?” Estou mais do que preparada para ouvir tal pergunta sendo feita e refeita por todos que lerem este livro. Então, já adianto a resposta: porque no auge das denúncias envolvendo o Sport Club Corinthians Paulista, o então presidente do time e meu avô Alberto Dualib, minha empresa de marketing esportivo e um fundo de investimentos ligado a investidores russos de origem pouco confiável, ninguém quis me ouvir. Ou melhor, ouviram, mas não confiaram. Em 2004, tentei convencer o Corinthians a não se associar à MSI. Tentei convencer seu Alberto Dualib. Tentei expor aos jornalistas o que se passava nos bastidores do clube. Praticamente ninguém me deu ouvidos. Hoje, passado o furacão, eu entendo o porquê. Fui ingênua, admito. Sou uma profissional séria, competente, que fez um excelente serviço pelo clube do coração. Mas, naquele momento, nada disso parecia importar.”
-“Para a imprensa e os adversários políticos meus e do meu avô, fui “presa fácil”. Por melhor que eu trabalhasse à frente do marketing corintiano, eu sempre seria tratada como a “neta do presidente” – e, como tal, não mereceria crédito algum. Houve até quem saísse abertamente em defesa do presidente da MSI, o iraniano com cidadania britânica Kia Joorabchian – supostamente testa-de-ferro de milionários ligados à máfia russa. Eu, engajada no marketing corintiano desde 2000, virei uma ninguém. Ele, recém-chegado de Londres, sem jamais ter feito coisa alguma pelo clube, tornou-se ídolo da torcida e foi enfaticamente defendido por diversos segmentos da mídia.”
- “Hoje vivendo em segurança e conforto na capital inglesa, Kia é foragido da justiça brasileira. A acusação que pesa sobre ele: haver usado o Corinthians num esquema para lavagem de dinheiro oriundo de atividades ilícitas. Lá na Inglaterra, ele continua por cima, como “dono” de atletas que levou do Corinthians. E continua buscando retorno financeiro sobre o que supostamente “investiu” no Corinthians. A palavra ‘investiu” vai entre aspas porque todos sabemos que ele não era o dono do dinheiro. E é o que este livro mostra.”
-“É lamentável que as coisas tenham se dado dessa forma. Uma apuração mais cuidadosa por parte dos jornalistas poderia haver revelado muito antes a verdadeira face de Kia – e não foram poucas as denúncias que tentei fazer nesse sentido. Bastava dar uma olhada básica no Google, na época.”
-“Uma apuração cuidadosa teria mostrado ainda que a imagem da Carla Dualib que enriqueceu às custas do time tampouco correspondia à realidade. Sem falsa modéstia, minha contribuição ao clube do Parque São Jorge foi significativa. Os bons frutos estão lá até hoje. Antes, qualquer pessoa podia chegar no Corinthians com uma proposta de patrocínio. Quando digo qualquer pessoa é qualquer uma mesmo. Cobravam comissão pelo trabalho, sendo prontamente atendidas. Negociações assim, freqüentes, não geravam protesto nem contestação. Eram entendidas e aceitas como normais. E também eram, obviamente, feitas da maneira mais leviana possível.”
-“Quando comecei a atuar nessa área [do marketing], com profissionalismo e seriedade, um tema que nunca interessara muito à grande imprensa tornou-se premente. Antes mesmo da apuração, as manchetes já estavam prontas: “Neta de Dualib fatura…”, “neta de Dualib recebe…”, “neta de Dualib ganha…”. Como se eu não trabalhasse. Como se outras pessoas não atuassem intermediando patrocínios antes. Como se não fosse vantajoso para o Corinthians que tais negociações agora se dessem às claras. Os profissionais de marketing do clube se esforçavam, mas não tinham autonomia. O marketing sequer era visto como uma fonte de receita. O departamento era uma completa bagunça – até cigarro com a marca Corinthians, licenciado pelo clube, existia.”
-“Tal situação somente começou a mudar depois que o presidente Alberto Dualib firmou uma parceria com o fundo norte-americano de investimento Hicks, Muse, Tate & Furst (HMTF), em 1999. No ano seguinte, fui contratada como diretora de marketing pela HMTF. Participei ativamente da reestruturação da área, à qual daria continuidade com minha própria empresa, a Sports Marketing Agency (SMA), após o término da parceria.”
-“Os resultados obtidos eram tão concretos e positivos que a ciumeira não tardou. Num curto período de tempo, conquistei uma vasta gama de inimigos: os opositores de meu avô, empresários que tiveram seus licenciamentos cassados por terem negócios que já não eram vantajosos para o Timão, porque não eram estratégicos na nova fase do marketing, gente que recebia comissões sem fazer por merecê-las… Ou seja, a escória da escória que parasitava o Parque São Jorge. Na tentativa de contestar minha competência, todos recorriam à mesma falácia: “Ela não estaria aqui se não fosse neta do Dualib”. As páginas a seguir reúnem argumentos em quantidade suficiente para demonstrar que tal afirmação não tem fundamento algum”.
-“Há nesta obra uma enorme sede ainda não saciada por verdade e justiça. Corintianos ou não, todos têm muito a descobrir aqui. Por um lado, apresento um painel inédito de como funcionam as negociações – e negociatas – nos bastidores do esporte mais popular do mundo. Por outro, revelo sem meias palavras como o Corinthians se envolveu na maior enrascada de seus quase 100 anos de história, que culminou com o rebaixamento para a série B do Campeonato Brasileiro em 2 de dezembro de 2007. Aqueles que tomaram conhecimento do caso via jornais, revistas, rádio e televisão não perdem por esperar. A maioria das muitas entrevistas concedidas por mim na época em que os escândalos vieram à tona tiveram trechos suprimidos, sofreram distorção – em muitos casos, sequer foram publicadas. Seja como for, nunca tive nada a esconder. A minha versão dos fatos sempre esteve à disposição. Faltava só o espaço e o formato adequado para expô-la. Não falta mais”.
Clique aqui e veja outras declarações exclusivas de Carla Dualib, que alfinetou o atual presidente corintiano Andrés Sanches durante o programa Terceiro Tempo da Band.
E aí, torcedor, o que você achou dos argumentos de Carla Dualib? Como você avalia o trabalho dela à frente do marketing corintiano? Dê sua opinião, sem apelações!
Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Bastidores, Clubes, Polêmicas
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