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14/09/2009 - 14:47

Fórmula 1 Futebol Clube! Veja qual é o time do coração de nossos pilotos de F-1!

Por Roberto Zanin

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O jornalista Armando Nogueira, autor de belas crônicas sobre ídolos de vários esportes, nunca escreveu nada sobre os nossos campeões de Fórmula 1.

O automobilismo, para ele, não pode ser considerado esporte, no sentido estrito.

Isso porque a vitória nas corridas, afinal, depende não apenas da capacidade do piloto, mas, também, da máquina.

Isso valeria boas horas de sadia discussão.

Peço licença a Armando, e até porque não encontro outra categoria onde as corridas de automóvel se encaixem, faço uma dobradinha entre os dois esportes mais populares do Brasil, levando em conta os índices de audiência na TV: futebol e automobilismo.

O primeiro a levar o campo para as pistas foi Emerson: num belo dia de treinos em Interlagos, pelos idos dos anos setenta, Fittipaldi apareceu vestido com a camisa do seu Corinthians, como se vê na foto, com seu amigo, o grande piloto sueco Ronnie Peterson, de saudosa memória:

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Nelson Piquet não alardeava muito, mas era vascaíno.

Já Ayrton Senna nunca escondeu seu amor pelo Corinthians, desde os tempos de infância no bairro de Santana, zona norte paulistana.

Desde aquela época até aos nossos dias, é comum vermos bandeiras e faixas com o nome dele e do personagem Senninha nos estádios onde o Timão joga.

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Rubinho Barrichello é outro ostensivo corintiano.

Em Valencia e em Monza foi fotografado vestindo a camisa do Corinthians.

O bando de loucos diz que isso deu sorte: nas duas ocasiões o piloto venceu.

Se realmente isso funciona, pena que Rubens não fez esse ritual nos tempos da Ferrari.

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Felipe Massa é tricolor assumido e, sem se dar conta da dimensão do que é ser um ídolo nacional, disse, descontraído, logo após o rebaixamento do time de Parque São Jorge: “Foi legal ver o Corinthians cair!”.

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A afirmação, normal na boca de um torcedor, mas fora do lugar quando se é um ídolo que tem fãs de todas as torcidas, causou revolta.

Teve muito corintiano que vibrou com o título de Lewis Hamilton, no ano passado.

É mole?

Parece que praga de corintiano pega.

Além do azar no último GP de 2008, Massa, em 2009, tomou uma “molada” na fronte, vinda do carro de…, bem deixa pra lá.

Sugiro ao simpático Felipe que, por via das dúvidas, peça desculpas à Fiel Torcida.

Não acredito em bruxas, mas…

O outro brasileiro que até há pouco tempo estava na Fórmula 1, Nelsinho Piquet, a exemplo de Massa, prefere o tricolor e até posou de garoto propaganda.

Mas antes de qualquer time, é lógico que todos eles representam, sobretudo, o Brasil.

Afinal, ao que me consta, a bandeira que Senna fazia tremular na volta da vitória era verde e amarela, não preta e branca.

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Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Bastidores Tags relacionadas: , , , , ,
11/09/2009 - 14:41

A pisada de Piquet

                                                                                          Foto: Reuters
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Então o Nelsinho Piquet estava deprimidinho e aceitou fazer aquela picaretagem no GP de Cingapura em 2008 por ordem do poderoso chefão Briatore?

Errou tanto quanto seu chefe ou mais.

Se estava vivendo crise emocional que fosse ao psicólogo e não ao autódromo.

E por que os dois Piquets não denunciaram o tal crime esportivo à época?

Agora, por “despeito”, porque seu filho foi demitido, Piquet pai resolve delatar Briatore só um ano depois?

Se o contrato do filho fosse mantido e renovado para 2010 ele ficaria quietinho?

Ora, ora, ora…

Mas o genial Piquet prestou um belo serviço à F-1 com sua delação que deletará três figuras do mundo da velocidade.

São elas: Flávio Briatore, o executivo Pat Symonds e o ex-piloto Nelsinho Piquet, o mais culpado de todos.

Ou seja, o Piquet pai deu um tiro no pé.

Ou um tiro na barriga da vaca para matar o carrapato.

Bem feito, mas o Rubinho Barrichello não deveria ser professor de ética nesse caso, não.

Piquet filho errou 100% e ele, Rubinho, em uns 5% ou 10% ao abrir as pernas para Schumacher naquele GP da Áustria, em 12 de maio de 2002.

Mas era contratual e sua carreira parece interminável.

Já Nelsinho Piquet não correrá mais nem de charrete ou de biga e muito menos o Banco Nacional, o Mappin, a Encol, o Papa-Tudo, a TV Manchete e a Mesbla aceitarão patrociná-lo nem na cueca.

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