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	<title>Blog do Milton Neves &#187; Mauro Beting</title>
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	<description>Blog do Milton Neves</description>
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		<title>Mauro Beting se declara ao Galo</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 19:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Clubes]]></category>
		<category><![CDATA[Galo]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Beting]]></category>

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		<description><![CDATA[
O comentarista Mauro Beting, da Rádio Bandeirantes de São Paulo e de outros &#8220;trocentos&#8221; veículos de comunicação, foi doutrinado na igreja palmeirense, por obra dos pais, Joelmir e Lucila.
Entretanto, o jovem serelepe, amante do futebol, percebeu que o esporte mais popular do planeta não se resumia ao time do coração.
Hoje, Mauro Beting (falando sério) é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.miltonneves.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/mn-e-mb2.jpg" alt="mn-e-mb2.jpg" /></p>
<p>O comentarista Mauro Beting, da Rádio Bandeirantes de São Paulo e de outros &#8220;trocentos&#8221; veículos de comunicação, foi doutrinado na igreja palmeirense, por obra dos pais, Joelmir e Lucila.</p>
<p>Entretanto, o jovem serelepe, amante do futebol, percebeu que o esporte mais popular do planeta não se resumia ao time do coração.</p>
<p>Hoje, Mauro Beting (falando sério) é um dos principais personagens da história da crônica esportiva desse país, como diria Lula, e um admirador fiel e convicto da Massa.</p>
<p>Para homenagear o Clube Atlético Mineiro e sua torcida, o &#8220;multifuncional&#8221; fez um texto irrepreensível, emocionante, delicioso, forte e vingador.</p>
<p>Eu, Milton Neves, como fã incondicional da torcida mais vibrante e espetacular do planeta, recomendo a crônica.</p>
<p>Só uma ressalva aos cruzeirenses.</p>
<p>Não leiam.</p>
<p>O risco de virar a casaca é enorme.</p>
<p><em><font color="#000000">&#8220;O melhor lance do Atlético não foi num jogo.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Foi fora dele. Foi numa derrota.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Minto, num empate de um time invicto, o supervice-campeão do BR-77.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Não foi o melhor jogo ou jogada.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Mas não teve nada mais atleticano que aquilo: depois da derrota nos<br />
pênaltis para o São Paulo, Mineirão e Brasileirão estupefatos pela queda<br />
sem derrota de um senhor time de bola, os jogadores baqueados e barreados<br />
pela chuva e pela lama se abraçaram no gramado e assim foram ao vestiário.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Foi a primeira vez que vi a cena reverente que virou referência.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra).</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Nenhum jogador estava jogando pra galera.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Era fato.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Time e torcida estavam juntos naquele abraço doído e doido.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Como tantas vezes o atleticano esteve junto com o time. Qualquer time.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Nada é mais atleticano que aquilo: um time que se comportou como o<br />
torcedor.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Solidário na dor, irmão no gol.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">O atleticano é assim: tem a coragem do galo, mas não a crista.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Luta e vibra com raça e amor. Mas não se acha o dono do terreiro.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Sabe que precisa brigar contra quase tudo e contra quase todos. Até contra<br />
o vento, na célebre imagem de Roberto Drummond.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Aquela que fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma<br />
tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o atleticano<br />
escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria contra o vento durante<br />
a tormenta.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Não é metáfora. É meta de quem muitas vezes fica de fora da festa. Não<br />
porque quer. Mas porque não querem.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Posso falar como jornalista há 17 anos e torcedor não-atleticano há 41: não<br />
há grande equipe no país mais prejudicada pela arbitragem.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Os exemplos são tantos e estão guardados nos olhos e no fígado.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Não por acaso, o atleticano acaba perdendo alguns jogos e títulos ganhos<br />
porque acumulou nas veias as picadas do apito armado.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Algumas vezes, é fato, faltou time. Ou só sobrou raça. Mas não faltou<br />
aquilo que sobra no Mineirão, no Independência, onde o Galo for jogar:<br />
torcida.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Pode não ser a maior, pode não ser a melhor, pode até se perder e fazer<br />
perder por tamanha paixão, cobrando gols do camisa 9 como se todos fossem<br />
Reinaldo, pedindo técnica e armação no meio-campo como se todos fossem<br />
Cerezo, exigindo segurança e elegância da zaga como se todos fossem<br />
Luisinho.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Mas não se pode cobrar ninguém por amar incondicionalmente.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">O atleticano não exige bola de todo o time. Não cobra inspiração de cada<br />
jogador. Quer apenas ver um atleticano transpirando em cada camisa, em cada<br />
posição, em cada jogada.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Por isso pede para que o time lute.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">É o mínimo para quem dá o máximo na arquibancada.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">A maior vitória atleticana é essa. Mais que o primeiro Brasileirão, em<br />
1971, mais que o vice mais campeão da história do Brasil, em 1977.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Os tantos títulos e troféus contam. Mas tamanha paixão, essa não se mede.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Essa é desmedida. Essa é a essência atleticana.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Essa é centenária.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Essa é eterna.</font></em></p>
<p><em><font color="#000000">Mauro Beting Neves Filho.&#8221;</font></em></p>
<p>Arrepiou?</p>
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		<title>Choro são-paulino irrita até o lúcido Mauro Beting</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 17:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Aurélio Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Beting]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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A choradeira são-paulina pelos três pênaltis que resultaram na doída goleada (4 a 1) sofrida para o Palmeiras alagou os vestiários do estádio Santa Cruz após o clássico. Mas a chiadeira do São Paulo contra um suposto “complô” da arbitragem, conforme defendeu o polêmico superintendente Marco Aurélio Cunha, irritou até o comentarista lúcido e zen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.miltonneves.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/03/macxmaurobeting.jpg" alt="macxmaurobeting.jpg" /></p>
<p>A choradeira são-paulina pelos três pênaltis que resultaram na doída goleada (4 a 1) sofrida para o Palmeiras alagou os vestiários do estádio Santa Cruz após o clássico. Mas a chiadeira do São Paulo contra um suposto “complô” da arbitragem, conforme defendeu o polêmico superintendente Marco Aurélio Cunha, irritou até o comentarista lúcido e zen da Rádio Bandeirantes, Mauro Beting. Com fair play, claro, ele e o folclórico cartola tricolor divergiram em discussão dura, porém educada.</p>
<p>Confira abaixo o áudio do bate-boca entre Mauro Beting e Marco Aurélio durante o Terceiro Tempo, da Band, e tire suas próprias conclusões.</p>
<p><embed autostart="False" height="100" width="200" src="mms://tv.igmediacenter.ig.com.br/milton_neves/Blog/Audio/MAC/mac_TT16032008.wma"></embed></p>
<p><strong>E pra você, quem está certo: Mauro Beting ou Marco Aurélio Cunha? O São Paulo é o clube mais “chorão” do Brasil? Ou a reclamação do time do Morumbi é justa contra o apito? Opine!</strong></p>
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