24/11/2008 - 01:00
1) O que é mais difícil? O São Paulo perder o título ou o Ipatinga se livrar do rebaixamento?
2) Além do Ipatinga, quais serão os outros três times que disputarão a Série B em 2009?
3) Além do São Paulo, quais serão os outros três times classificados para a Libertadores?
4) O Vasco, se cair, estará preparado para enfrentar o Duque de Caxias na Segundona?
5) Como o vice-líder Grêmio, em uma “final de campeonato”, leva uma virada histórica do Vitória?
6) Como o árbitro Carlos Eugênio Símon, experiente, competente e extremamente decente (com o perdão da rima), deixou de marcar o pênalti escandaloso do Léo Fortunato, do Cruzeiro, no Tardelli, do Flamengo?
7) Será que o Kléber Leite acha mesmo que vai conseguir vetar a participação do Símon na Copa de 2010, ou “jogou para a torcida”?
8) Você imaginava que, um dia, os vascaínos pediriam a volta do Eurico Miranda?
9) O Luxa vai embora mesmo do Palmeiras, como ameaçou depois da vitória sobre o Ipatinga?
10) O São Paulo será hepta em 2009?
11) A briga do gigante Corinthians com o Avaí seria equivalente a um confronto entre o presidente Lula com o boliviano Evo Morales ou com o equatoriano Rafael Correa?
Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Polêmicas
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05/09/2008 - 14:22
Não é de hoje que nossos governantes gostam de usar o futebol como promoção política ou até mesmo palpitar como meros torcedores. O que nesse segundo caso é até válido, por que não?
Em 1927, o atacante da seleção paulista e do Santos, Feitiço, já ousou a peitar o então presidente Washington Luiz. “Diga ao presidente que ele manda no país. Na Seleção Paulista mandamos nós.”
Às portas da Copa de 70, Médice pediu Dadá Maravilha na seleção e tomou ríspido contra-ataque do Saldanha: “Quem escala a seleção sou eu. Quando o presidente escalou seu ministério ele não pediu minha opinião”. Situação parecida aconteceu com o FHC. Ele clamou por Romário no time canarinho na Copa de 2002 e tomou semelhante resposta do Felipão.
E quem não se lembra da invertida futebolística tomada pelo palmeirense doente José Serra, então ministro da saúde de FHC? Em 98, ele se deu mal ao cornetar o Palmeiras do sem papas na língua (adivinhem?) Felipão. O treinador gaúcho não suportou a crítica e mandou Serra tomar conta da “precária saúde” nacional. E emendou: “Ainda bem que tenho um bom plano.”
Agora, o corintiano Lula, que adora metáforas futebolísticas para qualquer situação, tomou sua segunda resposta atravessada vinda da seleção. A primeira foi ao palpitar sobre a gordura de Ronaldo na Copa de 2006. Como revide, o Fenômeno comparou a “bebedeira” de Lula à sua “gordura”.
Por último, o presidente da República elogiou a garra de Messi e espinafrou a passividade bovina do time de Dunga na vexatória derrota olímpica para a Argentina. O goleiro Júlio César não perdoou tais declarações e detonou: “Eu, como cidadão brasileiro e por ter votado nele [Lula], fiquei muito chateado, principalmente pelo que ele falou do Messi. Se ele gosta tanto, que vá morar na Argentina. Renuncie à presidência, vire cidadão argentino e concorra por lá. Quem sabe o Brasil não melhora um pouco com a saída dele?”.
E aí, torcedor, o presidente da República tem ou não o direito de criticar a seleção brasileira? Quem está com a razão: Júlio César ou Lula? Opine!
Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Polêmicas, Seleção
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