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Posts com a tag "goleiros":

18/08/2009 - 14:23

Os goleiros são o destaque do Brasileiro. Qual o melhor? E o pior?

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Rogério Ceni está de volta.

E volta na hora certa, com o São Paulo subindo.

Que seja o Rogério de sempre e não o “frangueiro” dos jogos anteriores à sua contusão.

Mas, se o Rogério volta, não é que o Marcos retornou ao estaleiro?

E depois de quase um ano em que o “bom e querido carro velho” do Verdão não pifou roda, amortecedor, freio, pneu, air bag, rádio ou buzina.

Grande Marcão, o mais querido jogador brasileiro de todos os tempos, ao lado do imbatível Garrincha!

E o Fábio Costa?

Acabou?

Não, mas que a partir de 2010 pare de tentar arrancar perna de atacante e sonhar com a formação de uma nova geração de sacis em nosso futebol.

Enquanto isso, Luxemburgo ressuscitou o querido e jurássico Sérgio, ex-Palmeiras, Lusa, Santos mesmo e até Itumbiara.

Melhor o “veinho” do que os meninos Douglas e Felipe, inseguros e inconstantes.

Já o Botafogo parece que não consegue goleiro bom desde o… Manga!!!

A síndrome de novos Veludo, Castilho ou Félix também assombra o Fluminense.

O Vasco “Olaria” da Gama, mesmo na segunda, tem Fernando Prass, um milagreiro que impressiona.

Bruno, do Galo, tem tudo para ser um novo DIDA.

Anoooooteeeeem, diria Jorge Cury, na Nacional ou na Globo, lá no Rio.

É o segundo Bruno a nascer no poleiro do Galo.

O primeiro está no Flamengo.

Mas esse é um goleiro de 7 para baixo.

Fábio, do Cruzeiro, é 7 pra cima.

Victor, do Grêmio, é 8 pra cima.

Laurão, do Inter, tem momentos de 8,5 e de…4,5!!!

Eduardo Martini, do Avaí, pela partida que fez contra o Corinthians outro dia, merece 10.

Pelo campeonato todo, 11.

Tem também o Magrão, do Sport.

E não é que ele é a cara do Rogério Ceni?

Acho que é por isso que ele é bão!

Felipe, do Timão, já virou dono da camisa 1, que foi de Gylmar, e se consolidou.

Harley, do Goiás, está lá desde os anos 9 a.C. e Téo José Auad Cajuru, da Band, quer porque quer o baixinho no lugar de Júlio César na seleção.

É mais fácil a Dona Elza, “técnica do Furacão”, tomar o lugar do Dunga!

E você, o que acha? É a melhor fase de nossos goleiros aqui e lá fora? O Taffarel abriu o gol do exterior para nossos “arqueiros”? E quem você escalaria hoje para a seleção como o primeiro, segundo e terceiro “porteros”. Ah, veja Manga e Renato na seção “Que Fim Levou?” de meu portal de memória esportiva e observe como ficaram os dedos dos dois depois de tanta bolada!

Clique aqui e veja a página de Manga

Veja Renato e seu dedo mindinho

Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Bastidores, Clubes, Rodada Tags relacionadas: ,
28/04/2009 - 15:06

Fábio Costa, de vermelho, não foi alvo ainda mais fácil para o Fenômeno?

                                                                                                          Ilustração: Sérgio Quintella

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O vermelho é uma das principais cores utilizadas no marketing e na publicidade.

Pode perceber: tudo quanto é tipo de anúncio possui cores quentes para chamar a atenção dos consumidores.

E não é que o Fábio Costa usou no domingo um uniforme vermelho que, no frigir dos ovos, serviu para que Ronaldo soubesse ainda melhor onde ele estava posicionado sem precisar olhar diretamente para o gol?

O atento internauta Luiz Carlos Felício escreveu um e-mail cujo título é “Árvore de Natal”.

Palmeirense, ele disse que as ondas da cor vermelha provocam maior destaque perante os olhos humanos.

E que se isso não fosse verdade, os soldados do mundo todo não usariam o verde e o preto, as cores das matas e da noite, respectivamente, e prefeririam o chamativo vermelho nas várias guerras ao longo dos séculos.

O soldado Fábio Costa, domingo, na verdade parecia um toureiro com sua bandeira vermelha esperando a chegada do touro.

E o touro, fenomenal, chegou, passou e deu uma bela “chifrada” nos ânimos santistas.

Zico, no Maracanã, utilizava como referencial um banco onde se sentava o repórter-volante Washington Rodrigues, da Rádio Globo.

O querido “Apolinho” ficava sempre no mesmo lugar, atrás do gol.

O Galinho de Quintino, como sabemos, foi rei no Maraca.

Outro exemplo é o de César Maluco.

Ele diz que 80% dos seus gols no Palestra Itália foram marcados no lado das arquibancadas.

César tinha uma visão muito melhor do que do outro gol, o das piscinas, que, segundo ele, faziam as traves “sumir”.

Pelé fica de fora desse assunto porque ele tinha um terceiro olho na nuca.

É devido a esse referencial que os times hoje em dia jogam com meias de cores diferentes, como o preto e o branco.

Na hora de dar um passe, o atleta não precisa olhar para cima toda hora. Às vezes, só uma observada rápida já dá para diferenciar os companheiros dos rivais.

Historicamente os goleiros sempre usaram preto.

E não foi à toa.

Como antigamente a iluminação dos estádios não era um primor, o preto atrapalhava o atacante no quesito “referência” quando as partidas eram à noite.

Está certo que na Vila, domingo, os termômetros marcavam 30º ao sol, pouco mais, pouco menos, e o preto deixaria o Fábio Costa “cozinhado”, como se diz lá na roça.

Mas, para a nação santista, “é melhor ter um goleiro cozido do que um time vencido”.

A frase acima, claro, é de Mauro Beting.

Para piorar, os corintianos, palmeirenses e são-paulinos criaram a campanha: “Encobre que é o Fábio Costa.”

E você, torcedor, acha que a “teoria da árvore de Natal” é crível? Eu acho que é, sim.

Enviado por: Milton Neves - Categoria(s): Bastidores, Clubes, Polêmicas Tags relacionadas: ,

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