Uma comissão de vereadores aprovou a concessão do Pacaembu à iniciativa privada.
Por 7 votos a 1, ficou decidido que o estádio Paulo Machado de Carvalho será desmunicipalizado.
Como o Corinthians é o único interessado em arrendar o local, adivinha quem está prestes a ganhar uma casa nova?
E dessa vez sem direito a maquetes faraônicas, espadaúdas e de isopor.
Mas, calma!
O martelo ainda não foi batido.
Agora, o prefeito Gilberto Kassab, caso concorde com a decisão, vai mandar um projeto de lei para a Câmara, que deverá submetê-lo ao apreço de seus vereadores.
Aí, sim, se a matéria for aprovada, e depois de o prefeito sancioná-la, o Pacaembu será da Fiel.
Mas adivinhe também quem votou contra?
Marco Aurélio Cunha, o são-paulino Marco Aurélio Cunha!
Os outros sete edis optaram pela destinação privada do Pacaembu.
MAC diz que o estádio é do povo, é publico, e não do Corinthians.
Eu sou a favor!
O Corinthians, salva uma ou outra exceção, é o único que joga lá.
Sendo assim, nada mais justo que ele arque com os custos, com as reformas e com a manutenção.
Mas que isso fique bem claro, explícito.
Tudo no papel, sem deixar dúvidas!
Aproveitando o assunto estádio, me veio à memória a chatice do imbróglio FIFA-Morumbi.
Se eu fosse o São Paulo, daria uma “banana” para a Copa-14!
“Ah, a FIFA não quer o Morumbi, azar da cidade, que não terá jogo”, diria o “seo” SPFC.
Aí, sim, tanto o governador Serra quanto o prefeito Kassab vão ter que “se virar nos 30” para construir uma arena e, por conseqüência, não tirar a cidade mais rica do país dos holofotes.
Afinal, sem holofote, político nenhum aparece, diz Mauro Beting!
Marlene Matheus, eu e Vicente Matheus, em 1992, quando fui homenageado pela criação da frase “Corinthians, nada é mais bonito!” À frente, vemos Eduardo José Farah, ex-presidente da FPF
01) Os tricampeonatos consecutivos no estadual (22, 23 e 24; 28, 29 e 30 e 37, 38 r 39).
02) A pequena Taça do Mundo de 1954, na Venezuela, um mundialito equivalente à Copa Rio de 51. Venceu o Barcelona na final por 3 a 2.
03) Título do IV Centenário de 1954.
04) O fim do longo tabu de 11 anos contra o Santos de Pelé em março de 1968.
05) Virada histórica sobre o Palmeiras pelo Paulistão de 71 para 4 a 3, após estar perdendo de 2 a 0.
06) A mega-invasão da Fiel no Maraca em 5 de dezembro de 76.
07) O Paulistão de 77 do fim do jejum.
08) A Democracia Corintiana 82-83, movimento que ajudou a redemocratizar o Brasil.
09) O primeiro Brasileirão de 90 em cima do São Paulo.
10) O rebaixamento do São Paulo no estadual de 90.
11) A Copa do Brasil de 95 contra o Grêmio, no Olímpico.
12) Os 5 a 0 em cima do São Paulo pelo Paulistão de 96.
13) O bicampeonato brasileiro 98-99.
14) O Dida defender dois pênaltis do Raí num só jogo em 1999.
15) O Mundial FIFA de 2000, sendo campeão.
16) O histórico gol do Ricardinho nos acréscimos contra o Santos pelo Paulistão de 2001.
17) O rebaixamento nacional do Palmeiras em 2002.
18) O “contestado” Brasileirão 2005 de Tevez, Kia e Cia.
19) Os 7 a 1 em cima do Santos no Brasileirão de 2005.
20) O possível título da Segundona de 2008.
21) Ter o Pacaembu como casa e a Fiel com a 2ª maior torcida do país.
22) A chegada do Ronaldo.
23) A conquista de forma invicta do Paulistão de 2009.
24) O título da Copa do Brasil sobre o Inter em 2009.
Aniversário não é só festa, é reflexão, diria Mauro Beting. Mas, vou citar apenas umas duas ou três “bolas fora”, justamente para a turma não pegar no meu pé e dizer que eu persigo o Corinthians!
1) O rebaixamento de 2007.
2) A não conquista da Libertadores.Vele lembrar que todos os grandes paulistas ganharam por uma, duas ou três vezes.
3) As várias maquetes das inúmeras “multiarenas” cinematográficas espalhadas pela cidade.
4) As parcerias que terminaram de forma nada amigável.
5) A fila de 23 anos.
6) As eliminações seguidas para o Palmeiras nas Libertadores de 99 e 00.
7) A derrota de 74 para o Palmeiras.
8) A saída do Rivellino.
9) O eterno apito amigo.
Corinthians, nada é mais bonito!
Viva o Timão!
Parabéns, Fiel!
Clique nos nomes, vá à seção “Que Fim Levou?” e conheça alguns dos maiores ídolos da torcida alvinegra.
Em tempos de respeito ao consumidor e velocidade da informação, o que poderia ficar quase no anonimato, se transformou em caso de “Código dos Direitos do Consumidor Clubístico”.
Há cerca de três meses, o jornalista Milton Neves soube, em conversa informal com o diretor de Marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, que o clube teve vetada a instalação da loja “Todo Poderoso Timão”, no Ibirapuera.
Um empresário adquiriu o ponto comercial no shopping e quando estava prestes a iniciar as instalações, ficou sabendo que não seria permitido fincar a bandeira alvinegra no coração de Moema.
O motivo?
O “mix”, equilíbrio de lojas em cada segmento, estaria saturado, com a existência da loja SAO, que vende artigos do São Paulo FC, instalada na loja 24, Piso Moema.
A notícia, dada neste Portal, desencadeou rápida reação nos torcedores de ambos os times. Tricolores ironizaram, dizendo que “time de pobre” não poderia ter loja em shopping, mas, sim, na 25 de março.
Ora, é sabido que tem corintiano em todas as classes sociais, da mesma forma que o São Paulo, visto até os anos 70 como “time da elite”, popularizou sua torcida nas últimas décadas.
Do outro lado das arquibancadas da opinião pública, os corintianos não se conformaram. Com a velocidade da internet jogando a favor, mobilizaram uma legião que protestou ao Serviço de Atendimento ao Consumidor do Shopping.
Houve até ameaça de boicote em massa de vários clientes corintianos, que residem não apenas na região, mas em outros bairros da zona sul.
Pairou no ar um clima de discriminação, semelhante ao que rondou a rede Cinemark de cinemas, que não quis exibir o documentário “Fiel”.
A empresa alegou que houve desacordo comercial com a distribuidora do filme.
Resultado: o shopping percebeu que poderia reforçar sua imagem como um espaço de consumo democrático, onde duas torcidas podem conviver (e consumir) em paz, ao contrário do que acontece (infelizmente) nos estádios. Virou o placar a seu favor.
Mas esse jogo comercial-mercadológico-futebolístico ainda não terminou. Vai começar o segundo tempo.
Afinal, agora é o Center Norte, localizado em região com alto índice de corintianos por metro quadrado, que não quer permitir a entrada da loja do Corinthians.
Detalhe: existe uma loja do São Paulo, lá.
Segundo a administração do shopping, há uma fila de espera para quem quer comprar lojas nesse movimentado centro de consumo.
De acordo com Rosenberg, a “Todo Poderoso Timão” já fechou negócio com o atual proprietário de uma das lojas e falta apenas o aval do Center Norte.
Lá na minha chacrinha em Guaxupé-MG, conto aquela meia dúzia boi, umas oito galinhas e um ou dois bezerros.
Mas deu pra ver que o Corinthians, com Ronaldo, ganhou na loteria.
Segundo a empresa Casual Auditores, que estuda as finanças dos maiores times do Brasil, o São Paulo é o que mais arrecada: em 2008, foram R$ 160,5 milhões.
Entretanto, o superávit, ou seja, o lucro, foi de R$ 2,2 milhões.
O Corinthians, que arrecadou R$ 117,5 milhões, teve um superávit de R$ 10,8 milhões.
Aliás, os dois foram os únicos que fecharam no azul.
E mais: em 2009, nos seis primeiros meses, Ronaldo foi responsável pela entrada no Corinthians de R$ 25 milhões, graças a receitas de TV, patrocínio, interesse da mídia.Um fenômeno!
Eu digo desde o começo: sem o Ronaldo, o Timão perde 43,75% da força e 87,99% da graça!
Veja de onde vem a receita de São Paulo e Corinthians. Em milhões de reais.
O mandatário corintiano disse que o São Paulo vai pedir socorro do governo, pois não poderá reformar o estádio de modo próprio.
“O que vai ocorrer é que, quando ficar claro em 2010 que as obras não estão sendo feitas, o governo entrará com recursos”, afirmou.
Andrés também falou que a situação do Tricolor é ruim e que o São Paulo sofre de “hemorragia financeira”.
Caio Luis de Carvalho, presidente da SP Turismo, empresa municipal voltada para a área de eventos e que é uma espécie de manda-chuva no quesito Copa do Mundo em São Paulo – evitou entrar na polêmica, mas disse que tudo não passa de rivalidade entre os clubes.
“A posição do São Paulo é uma só. Quem sabe de sua situação financeira é o clube”, afirmou o representante da prefeitura.
Tudo começou no início do ano, quando o Timão se negou a jogar no Morumbi.
De lá para cá o que vemos é troca de farpa entre os dois lados.
E a bola da vez é a entrada do poder público para a realização das obras/construções de arenas visando à Copa de 2014.
Isso o Ricardo Teixeira já disse, embora o ministro do Esporte, Orlando Silva – que gosta de aparecer na TV mais do que ator de novela- negue.
Mas o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, ganhou a grande mídia nacional quando foi o primeiro a falar que o governo vai ajudar as sedes com dinheiro público.
Quando Cuiabá concorria com Campo Grande, o prefeito foi curto e grosso: 100% da grana para construir o estádio que sediará jogos da Copa-14 virá do Estado.
Eu sou contra.
Os governos municipais, estaduais e Federal precisam investir, mas em transporte eficiente, aeroportos, hospitais, segurança.
Estádio é particular e assim tem que ser.
Ninguém no São Paulo foi encontrado para rebater as críticas de Andrés Sanchez.
Um grupo de cerca de 15 torcedores da torcida organizada Camisa 12 agrediu o diretor de futebol do Corinthians Mario Gobbi, ontem, no Parque São Jorge. O fato aconteceu por volta das 17h, quando acontecia um evento dentro do ginásio do clube, que estava aberto a não sócios.
Gobbi relatou que estava em uma mesa de conselheiros e, quando dirigia-se ao banheiro, passou perto de onde estavam os integrantes da Camisa 12 e foi xingado por eles, mas não reagiu. Ao retornar, foi novamente hostilizado e chamado de “safado”.
Nesse momento, dirigiu-se aos torcedores e declarou que entendia as divergências de opiniões, mas não aceitava ser chamado daquela forma. O diretor e outros conselheiros explicaram que em nenhum instante ele se alterou. Ao tomar satisfações com os membros da facção, um deles pegou uma cadeira e atirou no rosto do dirigente.
Não houve necessidade de atendimento médico, mas Gobbi afirmou que seu rosto ficou marcado. O diretor, que é delegado, não envolveu a polícia no caso. Os seguranças do clube retiraram os torcedores. “Sei que são pessoas apaixonadas. Entendo isso. E sei que em situações assim é importante agir de forma serena”, disse o diretor.
A crise entre Gobbi e os torcedores começou após a partida contra o Santo André, na última quarta-feira. Na ocasião, o diretor tentou minimizar as críticas à administração dizendo que vinham de “torcedores de arquibancadas”, que não teriam instrução. Para ele, o sentido de suas palavras foi distorcido.
Hoje será mais um dia para a Fiel reencontrar um dos seus maiores ídolos.
Sem Ronaldo Fenômeno, que sofreu lesão na mão e ficará afastado dos gramados por aproximadamente um mês, a torcida corintiana poderá matar saudade de um outro xodó: Marcelo Pereira Surcin.
É verdade que Marcelinho Carioca não estará vestindo a sua segunda pele _como sempre se referiu ao uniforme corintiano_, mas, certamente, será aplaudido pela maioria dos corintianos.
Marcelinho Carioca, que fez 432 jogos pelo Corinthians, já enfrentou três vezes o alvinegro do Parque São Jorge desde que chegou ao Santo André.
Jamais venceu.
E também nunca perdeu.
Foram três empates.
No ano passado, o meia enfrentou o Corinthians duas vezes pelo Campeonato Brasileiro da Série B.
No Bruno José Daniel, dia 12 de julho de 2008, Marcelinho Carioca marcou para o Ramalhão.
E o gol fugiu ao estilo do Pé de Anjo.
Foi de cabeça, após Chicão e Felipe trombarem.
Marcelinho Carioca preferiu não comemorar.
No Pacaembu, dia 11 de outubro de 2008, Corinthians e Santo André ficaram no empate por 2 a 2.
Marcelinho Carioca não marcou.
Os gols do time do ABC paulista foram de Willians (hoje no Flamengo) e Osny.
Dentinho fez os gols corintianos.
Neste ano, no dia 15 de março de 2009, empate sem gols no Bruno José Daniel, em jogo válido pelo Paulistão.
Pelo Brasiliense, em 2005, Marcelinho Carioca não marcou nenhum gol.
O Jacaré perdeu para o Corinthians por 3 a 2.
Naquele Campeonato Brasileiro, o alvinegro tinha como um dos seus destaques o argentino Carlitos Tevez, que fez questão de elogiar Marcelinho.
O Pé de Anjo ao escutar os gritos de “uh, Marcelinho” não se conteve, vestiu uma camisa corintiana e pulou no alambrado para delírio dos torcedores.
“Um jogador assim deve estar no Corinthians. Acho que ele tem que voltar”, disse Tevez.
Ao lado de Souza no Vasco
Quando defendia o Vasco da Gama, em 2003, Marcelinho Carioca chegou a marcar um gol contra o Corinthians.
Foi em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.
O jogo, realizado no estádio São Januário, terminou empatado por 2 a 2. Souza, hoje no Corinthians, e Marcelinho, em cobrança de pênalti, marcaram para o time cruz-maltino.
O ex-palmeirense Rogério, também de pênalti, e o lateral-esquerdo Kléber (hoje no Inter) impediram a derrota do Corinthians na Cidade Maravilhosa.
VASCO 2X2 CORINTHIANS
Local: São Januário (Rio de Janeiro/RJ)
Árbitro: Leonardo Gaciba
Data: 16/04/2003
Público pagante: não divulgado
Gols: Souza e Marcelinho Carioca (V). Rogério e Kléber (C)
Vasco – Fábio; Russo, Wescley, Wellington Paulo e Wellington; Henrique (Danilo), Bruno Lazaroni, Marcelinho Carioca e Léo Lima (Cadu); Marques e Souza (Anderson). Técnico: Antônio Lopes.
Corinthians: Doni; Rogério, Fábio Luciano, Anderson e Kléber; Cocito, Fabinho (César), Fabrício e Jorge Wagner; Liédson e Gil (Fumagalli). Técnico: Geninho.
Camisa 7 do Santos
Antes de Robinho se destacar em 2002, Marcelinho Carioca vestiu a camisa 7 santista.
Em 2001, após desentendimento com o técnico Vanderlei Luxemburgo e o meia Ricardinho, o meia deixou o Parque São Jorge e seguiu para a Vila Belmiro.
Lá, Marcelinho reencontrou Viola, parceiro de Corinthians entre 1994 e 1995.
Com a camisa do Peixe, Marcelinho enfrentou apenas uma vez o ex-time.
E o Santos foi derrotado em casa por 2 a 0.
Os gols corintianos foram marcados por Luizão e o zagueiro Gálvan (contra).
Na equipe santista já despontavam jogadores como os meio-campistas Paulo Almeida e Renato, que brilharam no ano seguinte.
SANTOS 0X2 CORINTHIANS
Local: Vila Belmiro (Santos/SP)
Árbitro: Paulo César de Oliveira
Data: 28/10/2001
Público pagante: 20.000
Gols: Luizão e Gálvan contra (C)
Santos – Fábio Costa; Preto, Galván e Cléber; Russo, Paulo Almeida (Renato), Marcelo Silva, Robert e Léo (Willian); Marcelinho Carioca e Viola. Técnico: Cabralzinho.
Corinthians – Dida; Rogério, Scheidt, Batata e Kléber; César Sampaio, Renato e Ricardinho; Deivid, Luizão e Gil. Técnico: Luxemburgo.
Como Marcelinho chamou a atenção do Corinthians?
Talvez pelas boas atuações contra o alvinegro, entre 1991 e 1993, Marcelinho Carioca tenha despertado o interesse do Corinthians.
Henrique Alves, então diretor de futebol, foi quem bancou a contratação de Marcelinho.
“Entendia que ele era um jogador muito talentoso e o Flamengo precisava de dinheiro”, comentou Henrique Alves.
Para adquirir o passe de Marcelinho o Corinthians desembolsou aproximadamente US$ 500 mil.
Marcelinho era considerado uma joia a ser lapidada na Gávea, assim como o meia Djalminha e o atacante Paulo Nunes.
Mas os três saíram do Flamengo “à preço de banana”. Sim, a diretoria rubro-negra não se esforçou tanto para segurar seus promissores jogadores, que depois foram supervalorizados em outras equipes. Marcelinho seguiu para o Parque São Jorge.
Djalminha foi para o Guarani, após atrito com Renato Gaúcho, então ponta do Fla.
E Paulo Nunes explodiu no Grêmio.
Em 1991, Marcelinho Carioca fez sua primeira partida contra o Corinthians. Curiosamente o técnico do Flamengo era Luxemburgo.
O jogo era válido pela decisão da Supercopa do Brasil, que reunia os vencedores do Brasileirão (Corinthians) e da Copa do Brasil (Flamengo) de 1990.
A única partida foi realizado no Morumbi.
O Corinthians venceu por 1 a 0, gol de Neto.
Zé Carlos, que recentemente faleceu, era o goleiro do rubro-negro.
Corinthians – Ronaldo; Giba, Marcelo, Guinei e Jacenir; Márcio, Tupãzinho (Édson Pezinho) e Neto; Fabinho, Paulo Sérgio e Mauro Van Basten (Ezequiel). Técnico: Nelsinho Baptista.
Flamengo – Zé Carlos; Aílton, Adilson, Rogério e Piá; Uidemar, Júnior e Marcelinho Carioca; Alcindo, Nélio e Zinho. Técnico: Luxemburgo.
Na Libertadores de 91
Contra o Corinthians, pela Libertadores de 1991, Marcelinho Carioca foi titular do time flamenguista nas duas partidas: no estádio Verdão, em Cuiabá (MT), e no Pacaembu, em São Paulo (SP).
No primeiro jogo, mando do Flamengo, em Mato Grosso, Marcelinho Carioca abriu o placar para a equipe carioca em cobrança de falta.
O ponta Fabinho evitou a derrota corintiana nos minutos finais da partida.
No Pacaembu, o Corinthians perdeu o jogo.
E a Fiel perdeu a paciência.
Jogou objetos, principalmente garrafas, no gramado do estádio paulistano.
A partida terminou aos 38 minutos do segundo tempo.
O Flamengo venceu por 2 a 0, gols de Wilson Mano contra e Gaúcho.
As duas equipes seguiram na Libertadores.
O Corinthians foi eliminado na fase seguinte ao perder para o Boca Juniors, que tinha como destaques o meia Dieguito La Torre e o atacante Batistuta.
FLAMENGO 1X1 CORINTHIANS
Local: José Fragelli, o Verdão (Cuiabá/MT)
Árbitro: José Roberto Wright
Data: 20/02/1991
Público pagante: não divulgado
Gols: Marcelinho Carioca (F) e Fabinho (C)
Flamengo – Zé Carlos; Aílton, Adilson, Rogério e Piá; Charles Guerreiro, Júnior, Paulo César Maranhaense e Toninho; Marcelinho Carioca e Nélio. Técnico: Luxemburgo.
Corinthians – Ronaldo; Giba, Marcelo, Fernando e Jacenir; Wilson Mano, Tupãzinho (Paulo Sérgio) e Neto; Fabinho, Mirandinha Fominha (Viola) e Édson Pezinho. Técnico: Nelsinho Baptista.
CORINTHIANS 0X2 FLAMENGO
Local: Pacaembu (São Paulo/SP)
Árbitro: Renato Marsiglia
Data: 20/03/1991
Público pagante: 18.565
Gols: Wilson Mano contra e Gaúcho (F)
Corinthians – Ronaldo; Giba, Marcelo, Wilson Mano e Jacenir (Édson Pezinho); Márcio, Paulo Sérgio e Neto; Fabinho, Viola e Mauro Van Basten (Tupãzinho). Técnico: Nelsinho Baptista.
Flamengo – Gilmar; Ailton, Adilson, Rogério e Piá; Júnior, Charles Guerreiro, Marquinhos e Marcelinho Carioca (Paulo Nunes); Alcindo e Gaúcho (Nélio). Técnico: Luxemburgo.
Em 1993, ainda no Fla
Marcelinho Carioca disputou quatro partidas contra o Corinthians pelo Brasileirão de 1993. Não venceu nenhuma.
Foram três empates e uma vitória corintiana.
Mas Marcelinho não deixou de mostrar seu talento.
Em dois jogos, o futuro “Pé de Anjo corintiano” marcou gols (um em cada).
O primeiro foi no dia 14 de novembro de 1993, quando o técnico Mário Sérgio Pontes de Paiva preferiu escalar um time reserva para encarar o Flamengo.
E o resultado não foi dos piores: 1 a 1, em pleno Maracanã.
Naquela partida, o meia-atacante Rivaldo desempenhou um papel diferente: atuou como uma espécie de líbero.
E depois, no Morumbi, dia 1º de dezembro, de 1993, quando as duas equipes empataram por 2 a 2.
Flamengo – Gilmar; Charles Guerreiro, Júnior Baiano, Rogério e Marcos Adriano; Fabinho, Marquinhos, Marcelinho Carioca e Nélio; Renato Gaúcho e Casagrande. Técnico: Júnior.
Corinthians – Hugo; Admílson, Elias, Embu e Hergos; Zé Elias, Rivaldo, Luís Carlos Winck e Marcelinho Paulista; Leto e Mabília (Marques). Técnico: Mário Sérgio.
Ricardo Gomes, bom cara e grande caráter, está perdidinho da Silva no Morumbi.
Tanto quanto quem o tirou da cartola.
Cada dia que passa aumenta o tamanho do “Muricídio”.
Mico-Leão
Mas o troféu do mico da semana vai para o insistente Leão.
Ser chamado de “lavadeira” por Mano Menezes foi o coroamento de um triste fim do técnico tão ruim que substituiu o goleiro tão bom.
E será que existe ainda algo tão chato e recorrente quanto os acessos de Leão com todos os árbitros?
Eu disse “todos”!!!
E Leão já anunciou sua aposentadoria para 2010, mas depois daquela do Mano, ele poderia era se antecipar ao fim e se tornar franqueado da “5àSec”.
Bolha
Luxemburgo, Parreira e Muricy: o efeito e o fator Jorginho podem pulverizar a enorme valorização que o conceitual “SuperTécnico” da Band – entre 99 e 2001 – deu aos treinadores de futebol do Brasil.
A verdade é que a “bolha do banco” estourou e os cartolas sacaram, mesmo tanto tempo depois.
Galo
A grande, deliciosa e surpreendente bolha atleticana criada por Celso Roth pode não ter vida longa, mas cada vez mais a torcida do Galo vai se consagrando como a mais vibrante do mundo.
Eu disse a “mais vibrante” e não a “maior”, é claro.
Tivesse uma “Massa do Galo”, o Cruzeiro jamais jogaria tão bovinamente como atuou contra o Estudiantes, no Mineirão.
O Cruzeiro tem time, mas não tem coração.
Moral da história: quem nasce raposa jamais chega a galo.
Não acabou!
Que o coração da Fiel continue inquieto e não se contente “só” com a Copa do Brasil e com a vaga da Libertadores – 2010.
O título do Brasileiro é muito mais importante e que a vaga garantida sirva só para que a equipe jogue mais relaxada, mas com garra ainda maior para mais uma conquista inédita do Ronaldo.
Blog de ataque
E o Antônio Roque Citadini, hein?
Poderia ter ficado só naquela que o “Gil é muito melhor do que o Kaká”!
Vivendo a surreal situação de ser autoridade e adversário do Corinthians dentro do próprio clube, conseguiu dar inusitado e lamentável embalo para ser detonado do Parque São Jorge.
Por miúda atitude, seria o triste fim daquele que julguei ser a grande e maior luz de modernidade e inteligência a surgir no tacanho Corinthians, desde 1910.
Estava 3 a 0, fácil, mas o time de Mano Menezes dormiu e os tricolores quase chegam lá.
Fizeram 2 a 3, mas o gás acabou quando Fred foi expulso no finalzinho ao chamar a mãe do árbitro de algo não parecido com “santa”, meio à lá Godoi.
E o Ronaldo, hein?
Que partidaça!
No segundo gol dele, o “amigo dos flamenguistas” fez o que quis com a defesa do Fluminense.
É o que Mauro Beting chama de “gato e sapato”.
Aliás, por que quando um jogador se dá bem contra seus oponentes, ele fez a defesa de “gato e sapato”, e não de “cachorro e chinelo” ou de “papagaio e tênis”?
Mistério.
O que não é surpresa é o futebol apresentado pelo Corinthians, que está cada vez menos dependente do Ronaldo, embora o Fenômeno tenha sido hoje o melhor em campo.
Se na final do Paulista Ronaldo foi nota 9,56 e seu poder de decisão deu 94% do título, na conquista da Copa do Brasil ele ganhou 12,95.
E olhe lá!
Quem também merece nota baixa são os cariocas.
Com exceção do Flamengo (ex-time com mais torcida do Brasil, segundo Ronaldo), que está lá em cima, o Flu e o Fogão estão brigando para ver quem é o pior.
E olha que os dois times já caíram e voltaram.
O Botafogo, na bola; os tricolores, na “bala”.
Bala na agulha.
Da Série C emergiu para uma Copa João Havelange travestida de Série A.
Uma vergonha que a história não apaga!
Assim como não apaga o sucesso de Andrés Sanchez, que pegou um Corinthians nota 7,17 e transformou um monte de perna de pau, com todo o respeito, em boleiros badalados e, sobretudo, vitoriosos.
Hoje, Sanchez é o cartola em melhor fase no futebol brasileiro.
Aliás, quero morrer amigo dele.
O São Paulo foi brigar com o mandatário corintiano e caiu de dez para dois.
Na Argentina, o goleiro Fábio, que tem um cabelo mais feio do que a peruca do Mauro Beting, pegou sete bolas indefensáveis.
Êta goleiro largo!
Se fosse o Marcão, do Palmeiras, ele diria: “Ê, largueza!!!!”
E o Kléber Gladiador perdeu dois gols que até a minha avó, destra, faria de canhota.
No fim, zero a zero e o Cruzeiro volta para o Brasil com uma boa vantagem.
Tomara que a gripe suína não pegue ninguém “nosso”.
E depois que acabou o jogo do Corinthians, a “dona” Globo transmitiu umas migalhas da partida no país vizinho.
Sei não, mas acho que dará Estudiantes no Mineirão, viu?
Não que eu esteja torcendo para os argentinos, muito pelo contrário.
O grande Tostão, jogador nota 9,6 e jornalista nota 10, escreveu hoje na Folha de S. Paulo um artigo cujo título é “Quem manda é o mercado”.
A “dona” Globo não vai transmitir a primeira partida da final da Libertadores entre Cruzeiro x Estudiantes para passar Corinthians x Fluminense, referente à nona rodada do Brasileiro, que era para ter acabado domingo.
A emissora pediu o adiamento; a CBF atendeu.
Ficou com medo de perder audiência hoje.
Interessante e não compreensível.
Ora, final de Libertadores é o sonho de consumo de TODOS os grandes brasileiros, incluindo o Corinthians, que é o único “campeão mundial” sul-americano que não venceu a competição.
É mais ou menos como o marido que tem seis filhos, mas nunca dormiu com a mãe das crianças.
Será que muito corintiano que não fosse ao Pacaembu hoje não assistiria a essa partida internacional só para “sentir” o ambiente que deslumbra há tanto tempo e do qual terá a chance de se aproximar no ano que vem?
E outra: Pacaembu é em São Paulo.
Excetuando jogos decisivos, a TV aberta dificilmente faz transmissão para a mesma praça.
Coitado do Cruzeiro.
Foi desprezado fora de Minas Gerais.
É uma incoerência danada!
Um time grande chega a um patamar invejado, desejado e sonhado pelas outras agremiações e a “dona” Globo simplesmente o ignora, assim como deixa pra lá o fato de passar uma partida para a mesma cidade em que ela ocorre!
No lugar de mostrar o confronto entre os times dos dois principais países do mundo da bola, uma espécie de Pelé x Maradona em escala menor, vai passar Timão x Flu, que tem sua importância, claro, mas equivale a 7,32% do valor do jogo na Argentina.
Como questionou o brilhante Tostão: “Será que o torcedor paulista e carioca, que não torce para Corinthians e Fluminense, prefere ver a partida do adversário a Cruzeiro x Estudiantes?”
Se o Ronaldo que é o Ronaldo acha isso, quem sou eu para discordar?
Ontem, no programa do Galvão Bueno, o “Bem, Amigos”, do Sportv, o Fenômeno disse isso: “Eu sou flamenguista desde criança. Eu sempre fui ao Maracanã torcer pelo Flamengo. Mas aqui no Corinthians eu aprendi que essa história de que o Flamengo é a maior torcida do Brasil não é correta. Todo mundo que responde a essas pesquisas cita o Flamengo como segundo time”.
Primeiro de poucos, segundo de muitos, querido por todos?
Está parecendo slogan do Juventus da Mooca.
Se o Fla é o segundo, o Timão é o primeiro?
O Fenômeno não disse isso, mas parece que o Corinthians, de acordo com seu camisa 9, está na frente no quesito torcida.
Será?
No nordeste só dá Fla.
Mas será que esses torcedores não têm outros times como primeira opção?
Vou acionar o Data “Pouca Telha”, o instituto de pesquisa de Mauro Beting, para tirar essa dúvida.
Em tempo: o Kleber Leite, que ora é vice, ora é presidente, e ora não é nenhum dos dois no Fla, respondeu a Ronaldo e disse que o Fenômeno é humorista.
O Internacional possui três vantagens: é mais time, vai jogar completo e terá o estádio inteirinho a apoiá-lo.
Os fatores que beneficiam o Corinthians também são três: a matemática, o relógio e o Ronaldo.
Dos 90 minutos, o Fenômeno só joga dez e fica os outros 80 minutos apenas olhando. Nesse 1/6 de hora “produtiva”, ele cria três possibilidades e faz um gol.
Ou dois, como na final do Paulista.
Uma baita produção, né?
Se isso ocorrer, o Inter terá que marcar quatro.
Portanto, os gaúchos têm apenas uma chance: marcar o Ronaldo por dez minutos.
Mas alguém sabe qual é o momento certo?
É mais ou menos como a história do encanador chamado para desentupir uma pia.
Ele vai ao local e dá duas marteladas no cano.
Na hora de cobrar pelo serviço, diz que custou R$ 250 reais.
A dona da casa, espantada, diz que se duas marteladas custam tudo isso, ela mesma deveria pegar a ferramenta e bater no cano.
O encanador vira e fala: “Mas a senhora sabe qual o lugar certo de martelar?”
Para não entrar pelo cano, os colorados precisarão adivinhar o momento certo de bater, digo, marcar o Fenômeno.
Lembrando que se a martelada for forte demais, o cano quebra e o encanador é demitido, ou melhor, é expulso!
O atacante Ronaldo, do Corinthians, esbravejou contra os longos períodos de concentração impostos aos jogadores. As declarações caíram como uma bomba no clube, que na quarta-feira enfrentará o Internacional, na decisão da Copa do Brasil.
“É um exagero o tempo que a gente passa concentrado. Entendo perfeitamente a importância do momento que vivemos, mas se formos ver, de seis meses, ficamos três concentrados”, detonou.
“É muito tempo trancado em hotel, em Itu, viajando. Muitas vezes, concentramos dois dias antes. Particularmente, estou cansado. É desgastante psicologicamente e fisicamente não é garantia de resultado. Se fosse, o time do presídio seria campeão todo ano.”
E continuou. “Nós não temos mais brincadeiras entre a gente. É desgastante e interfere na cabeça de todos”, afirmou, antes de citar o Barcelona como exemplo a ser seguido.
“O Barcelona só se concentrou um dia antes da final da Liga dos Campeões porque a Uefa obrigou. No resto, não se concentra em nenhum dia. Eles se encontravam às 11h, almoçavam e jogavam às 20h ou 21h. E ganharam tudo.”
Caso o Corinthians seja campeão da Copa do Brasil, Ronaldo espera que o técnico Mano Menezes “reveja os seus conceitos”
“Ganhando a Copa do Brasil, as coisas têm que melhorar, têm que ser mais tranquilas. Quero passar mais tempo em casa do que no hotel. Gostaria muito de ter uma rotina mais tranquila.”-
“Só dei minha opinião. Não estou sugerindo nada ao Mano. É uma coisa minha, mas reflete no grupo inteiro. Desde o início, nunca pedi privilégios ou regalias. Como vivemos em um país democrático, falar sobre isso é permitido.”
O Corinthians martelou mais um prego no caixão são-paulino. Eliminado da Libertadores, o Tricolor perdeu para o arquirrival por 3 a 1 no Pacaembu.
Os gols foram marcados por Cristian, Chicão, Jucilei, do Timão, e Richarlyson, o novo inimigo da torcida tricolor.
Como esse rapaz é perseguido pelos são-paulinos!!!
O time do Morumbi criou algumas chances de abrir o placar no primeiro tempo, mas foi punido com o contra-ataque puxado por Cristian. Ele tocou para Douglas, que o deixou na cara de Dênis com um lançamento magistral. Aí, foi só tocar para as redes e correr para o abraço.
No fim do primeiro tempo, houve um bate-boca do são-paulino Richarlyson com o alvinegro Jorge Henrique. Hugo também se meteu e recebeu o cartão amarelo, assim como o atacante corintiano.
Abalado emocionalmente, por pouco o Tricolor não viu a vantagem do rival aumentar. No último lance do primeiro tempo, Renato Silva quase marcou contra.
Qualquer tipo de tentativa de reação do São Paulo foi freada aos 12 minutos da etapa final, quando Chicão acertou uma cobrança de falta magistral, no ângulo. 2 a 0.
Aos 27, o volante Jucilei aumentou de cabeça a vantagem alvinegra. A torcida gritou “olé” nas arquibancadas. No fim, Richarlyson diminuiu o vexame da equipe do Morumbi.
Ricardo Gomes, pelo visto, vai ter um trabalhão.
Paciência, viu?
No Maracanã Adriano desencantou e marcou três na goleada do Mengão sobre o Internacional por 4 a 0.
Cuca desafoga a crise após suposta ligação para Juvenal Juvêncio.
Será que o Fla engrena agora?
O Internacional vacilou e agora vê o meu Galo se distanciar na tabela.
O Atlético-MG que está irresistível.
Ganhou do meu Santos na Vila por 3 a 2 e segue muito bem rumo a um título há muito tempo esperado pela Massa.
Espero que não baixe um cavalo paraguaio em Celso Roth, que aliás está fazendo um excelente trabalho.
De novo.
O Cruzeiro também perdeu neste domingo.
E de goleada: 4 a 2.
Claramente de “ressaca” pela classificação na Libertadores, a Raposa perdeu do Barueri do Pedrão, que é a grande surpresa do campeonato.
O boxeador de vermelho está grogue, sangrando e prestes a jogar a toalha.
O Timão, com Ronaldo gordo, bojudo, dorsudo, barrigudo, gripado, sumido, quase na lona, fez 2 a 0 no Inter, com casa cheia e com palpites mais contras do que prós-Corinthians.
Agora, acho que acabou.
Vai dar Timão.
A não ser que ocorra uma zebra do tamanho do Beira-Rio.
Mano Menezes conhece bem o Sul, utilizará o clinch com inteligência e jogará o adversário no corner.
Se fosse luta-livre, o Timão subiria na corda e se jogaria em cima do rival.
E se fosse sumô, quem seria o atleta principal?
Sabe de quem é a culpa pela derrota do Inter?
Do Dunga, que convocou o Nilmar e o Kléber.
Está certo que André Santos também está na seleção, mas a ausência de Nilmar tirou 26,89% da força colorada.
E ainda por cima o ótimo D’Alessandro se machucou.
Coisas da vida, diria Mauro Beting, hoje, o homem mais triste do mundo.
O São Paulo está sem Miranda e o Cruzeiro perdeu Ramires.
A seleção atrapalhou muita gente, não é mesmo?
Inclusive o Grêmio, que jogou hoje com o Caracas sem o goleiro Vítor, que foi “passear” com a Seleção Brasileira.
Mas os tricolores mais uma vez pegaram uma “marmelada”, sofreram um pouquinho, mas se classificaram para a semifinal da Libertadores.
A penúltima fase.
Será que dá para os gremistas?
Acho que não, mas torço para sim.
Ô se torço!
Amanhã é a vez de São Paulo ou Cruzeiro chorar.
Quem ganhar pega o Grêmio.
Sei não, mas acho que o time de Ju-Ju, o Juvenal Juvêncio, vai derramar lágrimas!!!
Será?
Crédito foto: Vipcomm
Chore, grite, esperneie e opine! Só não brigue! O espaço é seu, torcedor!
Nem Dentinho nem Dentão.Nem Carlos Alberto nem Pimpão.
Placar OXO, diria Walter Abraão.Com o perdão pela rima pobre, o jogo cheio de “ão” foi “inho”.
O Corinthians pegou o regulamento da Copa do Brasil, fez um canudinho e jogou com ele debaixo do braço.
Os cariocas até que atuaram bem, mas quando chegavam na cara do gol, parecia que as traves diminuíam de tamanho.
Apesar da eliminação, parabéns ao Vasco, que subirá fácil, fácil para a Série A do Brasileiro!
E o Ronaldo, que voltou de contusão mas não reencontrou o caminho do gol?
Acho que foi por causa do frio.
Aliás, ele não vem jogando nada, mesmo antes de se machucar!!!
E o William, que é a cara do Raí?
Nossa, tava tão frio no Pacaembu, mas tão frio, que o Mauro Beting trocou de peruca e apareceu com uma “black power”, para se proteger do vento gelado.
Até que ficou bonitinho, viu?
E aí, houve pênalti do Chicão em cima do Elton?
Para mim foi, para o Neto também.
Mas Mauro Beting disse que não foi.
Portanto, 2 a 1 pró-pênalti.
Uma vergonha! Apito Amigo, não!!!
No outro jogo da noite, o Coritiba venceu o Internacional por 1 a 0, mas não levou a vaga, já que no sul o placar foi 3 a 1 “pra nóis”.
Ou seja, até quando perde e não joga nada, o Inter ganha.
E por dois golzinhos não deu Vasco x Coxa, para alegria da TV.
É muito fácil fazer previsão para o Interzaço, o “Barcelona” do Brasil, viu?
E já venho dizendo há algum tempo: o Colorado será o campeão da Copa do Brasil.
Simples assim.
Os gaúchos vingarão a “roubalheira” de 2005.
Aquele pênalti que o Márcio Resende de Freitas não marcou em cima do Tinga foi uma das maiores vergonhas futebolísticas da época.
E lamentavelmente um corintiano morreu depois de mais uma briga, desta vez na zona norte.
Segundo o repórter Alex Muller, da Rádio Bandeirantes, vascaínos se juntaram com palmeirenses e armaram uma emboscada para pegar “rivais” torcedores do Corinthians.
Próximo ao estádio, um ônibus foi incendiado.
Mais um absurdo!
E aí, torcedor, gostou da classificação do Corinthians e do Inter? E essas cenas absurdas de violência? Opine!
Ronaldo vai voltar ao time do Corinthians nesta quarta-feira contra o Vasco da Gama, no Pacaembu.
O Fenômeno afirmou que não estará 100%.
Mas garantiu que fará de tudo para acabar com o jejum de três jogos sem gols.
A panturrilha machucada no mês passado está em ordem, assim como a língua do artilheiro, que nunca perdeu a boa forma.
As entrevistas coletivas de Ronaldo são ótimas de acompanhar.
É incrível como o pentacampeão não fala bobagem, e mantém a educação e a calma para responder aos jornalistas.
Afinal, ele conhece o peso que tem, com o perdão do trocadilho.
Ao ser questionado pelo repórter da Rádio Bandeirantes Alexandre “O Grande” Praetzel se o Morumbi tem condições de receber a Copa, o ídolo se esquivou, inteligentemente.
“O estádio será reformado. Mas é melhor não falar sobre isso, pode influenciar. Como diz aquele filme do Bope (Tropa de Elite), ‘essa parada não é minha, aspira’. Vou me preocupar com os meus problemas”, declarou.
Ronaldo fez uma adaptação sem palavrões à frase dita pelo capitão Fábio ao aspirante Neto, um dos protagonistas da obra, que trabalhava na oficina da delegacia.
Quando fala com a imprensa, o artilheiro sabe que, em alguns momentos, é preciso jogar na retranca, para não tomar um contra-ataque sem necessidade.
Caros blogonautas: o retorno de Ronaldo garante o Timão nas finais da Copa do Brasil? E a polêmica em torno do Morumbi? Será que o estádio são-paulino será excluído da Copa de 2014, como muitos afirmam?
O líder Internacional, maior time do Brasil disparado e favorito para ganhar a Copa do Brasil, derrotou o Goiás por 1 a 0, gol do Taison, que entrou no segundo tempo.
Aliás, esse garoto, segundo Fernando Carvalho, lembra o fantástico Tesourinha e tem mais potencial do que o Nilmar, acho.
Mas o principal nome do jogo foi o arqueiro Lauro, um representante legítimo da maravilhosa escola de goleiros da Ponte Preta.
A defesa que ele fez na etapa final ao salvar o gol contra do zagueirão foi de cinema.
Não é à toa que Lauro, o inexpugnável, ainda não foi superado em três jogos.
O São Paulo tem um “guarda-redes” tão bom quanto ele, o Dênis, também revelado na Macaca.
Aliás, nesta semana, o Muricy “blindou” o menino, escalado para enfrentar o Palmeiras.
Não entendi o porquê.
Seja lá qual tenha sido a justificativa, a decisão de proibí-lo de dar entrevistas só serviu para aumentar a pressão sobre o menino.
No frio Pacaembu, o mistão corintiano passou pelo Barueri por 2 a 1 e conquistou a primeira vitória da equipe no Brasileirão.
Nada mais normal.
O que chamou a atenção foi o gol do contestado Souza, que teve o passe “colocado à venda” no Mercado Livre por um torcedor maldoso.
O futebol é maravilhoso por causa disso.
Permite ao atleta dar a resposta em campo.
E o que jogou o Felipe, hein?!
O camisa 1, autor de quatro milagres à la Dida, é outro atleta que já foi perseguido pela Fiel, que anda muito “cri-cri”, como se diz lá em Muzambinho.
O ex-são-paulino Jean aumentou a vantagem alvinegra, e o ex-palmeirense Daniel Marques descontou.
No Mineirão, o Cruzeiro passeou e, sem esforço, bateu o Vitória por 2 a 0.
O “Gladiador” Kléber, artilheiro do Brasileirãoo, marcou os dois gols e irá com tudo para cima do São Paulo, seu ex-time, na quarta-feira.
A Raposa disputará as semifinais da Libertadores, aposto.
Série B
O Vasco goleou o Atlético-GO por 3 a 0.
O Gigante da Colina vai subir fácil – é o Corinthians versão 2009 na Segundona.
E, tal qual o Timão no ano passado, a equipe cruzmaltina vai se classificar à decisão da Copa do Brasil e perderá o título.
Duvidam?
Caros torcedores: o Vasco passará pelo Corinthians, o Inter pelo Coritiba e o Cruzeiro pelo São Paulo, na Libertadores. Eu não erro nunca! E o Lauro, hein? Com um goleiro como esse, o Colorado será campeão de tudo em 2009.
Ilustração: Sérgio Quintella
Mauro Beting, sempre ele, está careca de dizer: quem não faz, toma.
No lance que antecedeu o primeiro gol de Ronaldo, os paranaenses perderam um gol feito.
Até eu acertaria aquele chute.
Na sequência, pimba!
Ronaldo fez 1 a 0.
Depois, num pênalti que não foi pênalti nem aqui nem na China, o Fenômeno fez 2 a 0.
Com paradinha e tudo.
Aliás, teve um pênalti a favor do Furacão no primeiro tempo.
Aquilo sim foi pênalti.
Mas o árbitro não deu.
Uma vergonha!
Fora isso, o jogo estava mais do que ganho, não é mesmo?
Estava na cara que o Timão ganharia a vaga.
O Atlético fez 3 a 0 semana passada, mas levou dois gols.
3 a 2.
Em casa, com o apoio da Fiel, com Ronaldo e tudo, daria Timão.
E deu.
No apito, mas deu Corinthians.
O título paulista não deixou a equipe de Mano Menezes com sono, não.
Parabéns, Timão!
Agora, é só esperar por Fluminense ou Goiás.
Duas barbadas!
E sabe aquela senhora americana que teve o rosto transplantado pelos médicos?
Ela não ficou a cara do Ulisses Costa, o Fofão?
Para sorte dela, o inchaço facial vai diminuir.
Já o Ulisses….
E o Barcelona, hein?
À la Corinthians, o time de Messi empatou o jogo aos 47 do segundo tempo e vai fazer a final contra o Manchester United.
Bem feito para o Chelsea e para seus jogadores, que “fritaram” o Felipão.
Já pensaram no sorriso do Big Phill ao ver a fisionomia dos que foram os responsáveis pela sua demissão?
Pela Libertadores, em Lima, no Peru, o Grêmio fez 3 a 1 no San Martin.
Portanto, a classificação está no papo.
Mas quero ver o Grêmio jogando contra alguém, viu?
Até agora só pegou marmelada.
De qualquer forma, parabéns aos sortudos gremistas!
De volta à Copa do Brasil, o Vasco venceu o Icasa-CE por 4 a 1 e passou de fase.
No Castelão, o Fla fez 3 a 0 no Fortaleza e também se classificou.
Agora, os campeões cariocas, que anunciaram a contratação de Adriano, vão pegar o Inter.
Xiiiiiii, Mengão, o Colorado vai ganhar fácil, fácil!
E o Galo, hein?
Conseguiu fazer 3 a 0, mas perdeu nos pênaltis para o Vitória.
Uma pena.
Mas valeu pela recuperação na estreia do sempre ameaçado Celso Roth.
Se o Leão tivesse permanecido, o Vitória teria feito 12 a 1 hoje.
Parabéns, Vitória, mas parabéns também para o Atlético!
Veja acima os gols do Corinthians sobre o Atlético-PR E aí, torcedor, quanto jogo, hein? Opine! E, ó, se o Vuaden, que inventou o pênalti no Ronaldo, tivesse apitado Chelsea e Barcelona ontem, teria arrumado uns 500 pênaltis para o ex-time de Felipão.
Jornalista Profissional Diplomado, Publicitário, Empresário, Apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, Escrivão de Polícia aposentado em Classe Especial, pecuarista, cafeicultor, tem o Café Milton Neves no mercado desde maio de 2008 e é empresário também no ramo imobiliário.