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	<title>Blog do Milton Neves &#187; Copinha</title>
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		<title>Copa ou balcão de negócios?</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 15:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Neves</dc:creator>
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Por Marcelo Rozenberg
O Pacaembu estava vazio naquela tarde de janeiro de 1986. Não mais que 500 pessoas espalhavam-se pelas arquibancadas sob um calor não inferior a 32 graus. Em campo, jogadores do Joinville e Comercial de Ribeirão Preto se preparavam para duelar pela primeira fase da Copa São Paulo de Juniores quando um grito alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> <img src="http://blog.miltonneves.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/01/copaspbalcao.jpg" alt="copaspbalcao.jpg" /></em></p>
<p><em>Por Marcelo Rozenberg</em></p>
<p><span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_UCEntrevista1_lblConteudo" class="arial12_text">O Pacaembu estava vazio naquela tarde de janeiro de 1986. Não mais que 500 pessoas espalhavam-se pelas arquibancadas sob um calor não inferior a 32 graus. Em campo, jogadores do Joinville e Comercial de Ribeirão Preto se preparavam para duelar pela primeira fase da Copa São Paulo de Juniores quando um grito alto chamou minha atenção: “Vai nessa Pingo”, bradou um anônimo sem camisa, poucos degraus acima de mim.</span><span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_UCEntrevista1_lblConteudo" class="arial12_text">Pingo era a grande aposta do Joinville naquela ocasião. Matérias a seu respeito ilustraram edições de programas esportivos e chamaram minha atenção. Por isso fui ao estádio ver o volante de perto. Após 90 minutos, um 0 a 0 sem graça trouxe um breve arrependimento. Mas, quando se tem 14 anos, tudo é válido&#8230;..</p>
<p>A breve história situa um pouco da alma de um torneio que, infelizmente, morreu. De uns anos para cá, quando se ouve falar de algum atleta promissor que vai disputar a Copa, a primeira informação citada pela imprensa é o nome do seu empresário, seguida pelo tempo de contrato que tem com o clube que defende e pelo valor da multa rescisória para mudar de ares. Só depois ficamos sabendo onde nasceu, com quantos companheiros divide o quarto do alojamento em que reside, se chuta com os dois pés. Triste inversão de valores.</p>
<p>A cada começo de ano, a mídia relembra que Falcão, Casagrande e Denner, entre outros, despontaram naquela que é considerada a abertura oficial da temporada do futebol nacional. Mas há quantos anos os mesmos nomes são relatados? No mínimo há uma década. Indício claro que a banalização da Copa a levou à vala da mediocridade. Culpa de quem? Para pagar promessas políticas, a Federação Paulista de Futebol transformou a charmosa competição de outrora em um amontoado de times inexpressivos montados por empresários que, na mais ingênua das hipóteses, visam fortalecer o caixa pessoal. E aí, vemos o desfile de craques do Clube Atlético Rondoniense, União-MT, Cene-MS, Desportivo Brasil, Baré, Rio Bananal, Trem, Hortolândia, Taboão da Serra, Paulínia, Araguaína, Juventus-AC, Castanhal, Jaguaré, Ypiranga- PE, Paraibano e outros do mesmo quilate.</p>
<p>Sinceramente, hoje penso que com 14 anos nem tudo é válido.</p>
<p><strong>PS: O grande Pingo, que citei no começo da coluna, não foi um jogador que marcou época no futebol brasileiro. Mas vestiu camisas importantes e pesadas como as do Flamengo, Botafogo, Grêmio, Corinthians, Cruzeiro, Paraná Clube e Vitória.</strong>  </p>
<p></span></p>
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