Os times cariocas lideram o ranking dos maiores devedores entre os clubes brasileiros. Dos cinco primeiros colocados no levantamento, quatro são do Rio de Janeiro – todos os grandes do Estado.
Elaborado pelo site Futebol Finance, com base em dados colhidos pela consultoria Casual Auditores Independentes, o ranking considera os dados divulgados pelos clubes em seus balanços referentes ao exercício de 2008. Segundo o auditor Carlos Aragaki, além dessas informações, também foram consideradas as dívidas fiscais e trabalhistas e os empréstimos contraídos pelas agremiações em 2009.
Com uma dívida de R$ 377,8 milhões, o Vasco é o primeiro do ranking, seguido pelos rivais Flamengo e Fluminense, pelo Atlético-MG e pelo Botafogo. Além de figurar no topo da lista, o Vasco mais do que dobrou sua dívida, que em 2006 era de R$ 165 milhões (crescimento de 129%).
Atual campeão nacional, o Flamengo também comemorou uma ligeira melhora no ranking. Líder do levantamento em anos anteriores, o Rubro-Negro deixou o incômodo posto de clube mais endividado do Brasil. Já o Fluminense, terceiro colocado, viu sua dívida saltar de R$ 166 milhões, em 2006, para R$ 320,7 milhões (aumento de 93%).
Manchester United deve cerca de R$ 2,1 bilhões
Perto da situação dos clubes europeus, os brasileiros até que estão muito bem, obrigado. Na última semana, a União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) divulgou um relatório sobre a saúde financeira dos times do continente. De acordo com o estudo, várias equipes tradicionais enfrentam sérios problemas. Algumas delas, inclusive, correm o risco de ir à falência.
De acordo com o estudo, pelo menos metade dos clubes europeus tem dívidas. Entre os cerca de 650 clubes de primeira e segunda divisões avaliados em todos os países europeus, mais de 300 registraram prejuízos nos dois últimos anos.
O Manchester United está no topo do ranking dos devedores europeus. Com um total próximo a 700 milhões de libras (cerca de R$ 2,1 bilhões), o clube inglês tem a maior dívida entre todos os times de futebol do planeta, de acordo com a Uefa.
Na Espanha, pelo menos oito clubes já declararam concordata: Sporting, Levante, Málaga, Murcia, Alavés, Las Palmas, Celta e Real Sociedad. No total, suas dívidas somam algo próximo a R$ 8,9 bilhões. Além deles, Real Madrid, Atlético de Madri e Valencia devem o equivalente a R$ 1,304 bilhão cada. Já o Barcelona registra uma dívida de R$ 1,13 bilhão.
Ser árbitro é como ser pai. Minha luta diária com meus três pimpolhos é encontrar o equilíbrio, para não ser nem frouxo, nem autoritário.
Como o título do melhor livro já escrito sobre o tema: “Carinho e Firmeza com os Filhos”, quem tem autoridade deve saber temperar com carinho suas atribuições hierárquicas.
Bem, mas o amigo leitor sabe que não está num portal sobre Educação. Todo esse preâmbulo é para falar de arbitragem.
Penso que o árbitro (não é juiz, é árbitro) deve ser um servo do espetáculo. Quem está no estádio, quem liga a televisão, não o faz para ver o árbitro (ao menos que queira ser um, no futuro).
Lembro que, na véspera do Palmeiras e Corinthians pela Libertadores de 99, na noite em que nascia o apelido São Marcos do Palestra Itália, entrevistaram o “homem de preto” que iria apitar a partida: o nome dele? Oscar Roberto Godoi.
Lá pelas tantas, o repórter tentou encerrar a entrevista: “Obrigado pela entrevista, Godoi. Espero que tudo corra bem amanhã e que você passe despercebido no derby”.
Godoi respondeu, bem ao seu “polido”estilo: “Êi, Êi! Passar despercebido o escambau. Vivo esperando por um jogaço desses e você quer que ninguém perceba que estou apitando? Quero ser mais uma estrela do espetáculo. Quero mais é que todos me vejam!”
Godoi apitou muito bem naquela noite e, talvez por isso, tenha passado despercebido, diante dos milagres de Marcão.
No derby do Pacaembu, jogo que monopoliza a semana que o antecede, que desencadeia uma rivalidade quase centenária, Wilson Seneme deveria passar despercebido e PRESERVAR o espetáculo.
Ele foi o pai “durão”. Não soube usar a regra com inteligência. Roberto Carlos foi imprudente? SIM!
RC usou força desproporcional? SIM!
Caberia um vermelho? SIM!
Mas Seneme poderia ter temperado a autoridade com inteligência. Um amarelo mostrado com firmeza teria preservado o espetáculo.
Apesar do domínio palestrino, da raça corinthiana e das defesas de Felipe, Seneme, em nome do politicamente correto, estragou a festa.
Quem garante que, com onze contra onze o Verdão não teria virado?
Voltando ao início do artigo, Muricy precisa aprender a exercer melhor a autoridade, sem autoritarismo.
Tudo bem, concordo: Armero foi muito, mas muito mal, mesmo: fez falta desnecessária que culminou no gol do inacreditável Jorge Henrique e quase foi expulso (Seneme, dessa vez, administrou o lance).
Além disso, a adrenalina na beira do campo atinge níveis altíssimos. Mas puxar o rapaz pelo braço, qual inspetor de aluno de colégio interno, foi demais. A humilhação pública fez o colombiano chorar.
Comecei falando de pais, passei pelos árbitros e termino com os técnicos. Sintetizo tudo com o conselho a todos: Não sejam bananas, nem verdugos!
PS: A galera santista está nas nuvens. Ô garotada boa de bola, sô! Meu amigo Brizola, da Lellis Tratoria, acha que Robinho será o “Molho Primavera” da culinária do Chef Dorival Jr (eu também acho).
Sabem por que criaram aquela frase “vai entender as mulheres”?
Porque não conheciam o futebol!
Êta coisa de louco esse Esporte Bretão…
O Belluzzo era um dos caras mais calmos, simpáticos e respeitados do mundo econômico nacional.
Resolveu virar presidente do Verdão e olha só no que deu.
Gritou, esperneou, ameaçou bater, processou, foi processado, etc, etc, etc…
Uns jogadores estão loucos para sair do Brasil e outros estão loucos para voltar.
No mesmo dia, Robinho chegou à Vila de helicóptero e André Dias, ex-São Paulo, pegou o avião rumo à Itália (e olha que a Lazio está quase caindo para a Segundona do Cálcio).
E agora me acontece uma crise imensa no… Flamengo!?!?!
O time foi campeão brasileiro após 17 anos, conta em seu ataque com o Imperador Adriano e o matador Vagner Love Fan e acabou de bater o Fluminense por 5 a 3 (em uma virada histórica e com um jogador a menos).
Ah, diretoria do Mengão, muita calma nessa hora, como diria Leci Brandão (e não estou falando do lateral-esquerdo Júnior – hoje no meu Galo –, apelidado assim por seus ex-companheiros de São Paulo)!
Não se esqueçam que Pet foi muito importante para a arrancada do Flamengo na reta final do campeonato nacional do ano passado.
Apurem direito essa história de sua saída do Maracanã após a substituição…
Sei que a bela e competente Patrícia Amorim não vai trocar os pés pelas mãos e mandar embora o melhor jogador do Brasileirão 2009 sem motivo (mesmo o Flamengo estando numa excelente fase com o “Império do Amor”).
Certo, Patricia?!?!?
E você, internauta, o que acha da situação de Pet no Flamengo? Ele deve mesmo ser afastado pela diretoria? Ou deve ser perdoado pela “fuga” do Maracanã? E o retorno de Robinho? E a saída de André Dias? Opine!!!
Eu já tava comemorando a volta do meu querido ‘filho preto’ para a Vila Belmiro e agora me vem o São Paulo querer levar o Robinho para o Morumbi…
Ah, Juvenal, vai tomar banho na soda, sô!
Vocês acabaram de contratar um pacotão de bons jogadores…
E olha que quem ‘contou’ o segredo do interesse tricolor foi o próprio técnico do Manchester City, Roberto Mancini.
Portanto, deve ser mesmo verdade.
Agora, falando sério, será que o São Paulo precisa mesmo de Robinho em seu elenco?
Hernanes, Léo Lima, Jorge Wagner, Cléber Santana, Carlinhos e Marcelinho Paraíba, Marlos, Oscar (que retornou após entrar na justiça), Sérgio Mota, Dagoberto, Washington, Mazola, Henrique e Roger não fazem já um ótimo ‘meio pra frente’?
Espero que o Tricolor desista dessa disputa e deixe o querido ‘Róbson Arantes do Nascimento’ voltar para o meu Santos.
E você, torcedor, acha que Robinho deve acertar com o Santos ou com o São Paulo? E falando no time do Morumbi, o meia Oscar, que entrou na justiça contra o Tricolor, mas se reapresentou ontem no CCT da Barra Funda, deve ser escalado normalmente por Ricardo Gomes, ‘levar um gelo’, ser emprestado ou ser vendido de vez? Opine!!!
Digna de uma final de ‘marmanjo’, não de garotos sub-18!
A verdade é que os dois times mereciam sair com a vitória e com o título, mas como isso é impossível, deu São Paulo na loteria dos pênaltis!
O time do Morumbi agora se igualou ao meu Galo com três títulos da Copinha, mas ainda está bem longe do Corinthians, que já tem sete e está na ‘ponta da tabela dos títulos’.
O Tricolor buscou o empate em 1 a 1 com um golaço do camisa 9 Ronieli, aos 40 minutos da segunda etapa, e ‘goleou’ o meu Peixe nas penalidades por 3 a 0 graças ao bom goleiro Richard, que pegou as três cobranças santistas.
“Observei e aprendi bastante com o Rogério (Ceni). É só prestar atenção no batedor”, revelou o guarda-metas do Tricolorzinho.
Parabéns para as duas equipes!
Para a molecada e para as comissões técnicas.
Apenas uma ressalva e um puxão na orelha do bom e valente Narciso, ex-zagueiro e hoje técnico do Peixinho.
Após o apito final ele foi reclamar com a arbitragem de um possível lance de expulsão do goleiro do São Paulo no meio do segundo tempo, que recebeu apenas o cartão amarelo.
A polícia se meteu entre Narciso e o árbitro e a confusão começou.
“Isso é policial mal preparado, c…alho! O policial me empurrou e eu empurrei também, afinal eu não sou criança para apanhar”, disparou o treinador dos juniores do Santos.
Calma, querido Narciso.
Faltou pouco, mas no ano que vem tem mais!
E aí, torcedor, “o campeão voltou”, como gritaram os garotos são-paulinos na entrega das medalhas? Esse será apenas o primeiro título do São Paulo no ano ou será o único? E o Peixe, não está de parabéns também pela bela campanha? Em tempo: o São Paulo anunciou a contratação de Cléber Santana, ex-Santos. E agora, o Tricolor ficou ‘imbatível’ com o meio-campista e o zagueiro Alex Silva se integrando ao elenco? Opine!!!
O Palmeiras não conseguiu vencer o Barueri e reclamou demais da arbitragem.
Paulo César Oliveira não assinalou impedimento no rebote da cobrança do pênalti, validou gol irregular do atacante Tadeu e acabou suspenso pela Federação Paulista por cinco partidas.
Mas…
Ninguém comentou até agora que o pênalti deveria ter sido repetido antes mesmo da bola retornar para o impedido jogador do Barueri.
Duas irregularidades no lance: invasão de área por parte de dois jogadores do Palmeiras e ‘adiantada’ do goleiro Marcos.
Se a bola entra, o árbitro deve dar continuidade ao lance para não ‘beneficiar o infrator’.
Se a bola não entra, a cobrança deve ser repetida.
Reparem nos destaques da imagem acima, frisada no momento da cobrança de Tadeu.
Marcos não está com os pés sobre a linha!
Dois jogadores do Palmeiras já estão dentro da área!
E agora Belluzzo, Muricy e Toninho Cecílio?
Vão continuar reclamando do apito no jogo de ontem?
E você, torcedor, o que acha do lance e do “chororô” dos palmeirenses? Opine!!!
O esperado ‘ano do centenário’ mal começou e a poeira já está subindo lá pros lados do Corinthians.
Primeiro foi o empate em 1 a 1 contra o estreante Monte Azul, na primeira rodada do Paulistão 2010.
Agora, uma ‘cutucada’ da grande contratação da temporada, Roberto Carlos, em coletiva do Timão na aprazível Itu.
O injustiçado lateral-esquerdo se disse extremamente magoado com o jornalista Galvão Bueno, da Rede Globo, e ‘declarou guerra’ ao brilhante narrador e apresentador.
“Pessoas mal intencionadas acabam criando uma história, mas elas um dia terão um momento de sofrimento e vão precisar de alguém para ajudá-las. Na época da Copa do Mundo, essa pessoa fez minha mãe chorar durante muito tempo”, atacou Roberto Carlos, creditando a difusão do famoso ‘caso da meia’, em 2006, ao narrador da TV Globo.
E pra finalizar a ‘bronca’, já na saída dos jornalistas o jogador soltou: “Se alguém encontrar com ele, mande o Galvão para a p… q… p…”.
Não sou advogado do bom Galvão Bueno, mas me lembro de ter ouvido opiniões semelhantes de outros importantes nomes da mídia à época da eliminação do Brasil para a França.
De minha parte, como já deixei claro em outros posts, a eliminação da Copa da Alemanha não pode ficar restrita ao meião de Roberto Carlos.
Ela deve ser dividida com a barriga de Ronaldo e de Adriano, a pasmaceira de Ronaldinho Gaúcho e a teimosia de Parreira, que não colocou Robinho Arantes do Nascimento para jogar.
Mas não acho também que o ‘caso da meia’ seja culpa única e exclusiva de Galvão Bueno.
E depois dessa, duvido que Roberto Carlos volte a vestir a camisa da Seleção Brasileira.
Mesmo que ele faça 813 gols pelo Corinthians, levante o caneco da Libertadores e seja eleito o melhor jogador da galáxia no primeiro semestre de 2010.
E você, torcedor blogonauta, acha mesmo que a culpa do ‘caso da meia’ é mesmo 100% do Galvão? Ou o bom Roberto Carlos está exagerando? Opine!!!
Se nos anos anteriores a Torcida Independente ‘pulava’ o nome do curinga Richarlyson na entrada do Tricolor em campo, esse ano os ocupantes da arquibancada laranja do Morumbi mudaram de ‘tática’.
Antes da derrota do São Paulo para a Lusa, eles entoaram o seguinte cântico direcionado ao camisa 20:
“Boi, boi, boi,
boi da cara preta,
pega o Richarlyson
que tem medo de b… eta”
É brincadeira, sô?!
Quem eles pensam que são para tentar humilhar dessa maneira o filho do grande Lela, do Coxa-85?
Sorte que a grande maioria dos são-paulinos presentes não concordou com o ‘novo grito’ e rapidamente respondeu:
“Richarlyson, Richarlyson, Richarlyson…”.
O meio-campista do Tricolor agradeceu o apoio do restante do estádio e foi para o aquecimento.
Que coisa, hein…
To sentindo cheiro de perseguição da Organizada do São Paulo sobre o bom Richarlyson durante a temporada de 2010.
Espero que eu esteja errado!
E você, torcedor, o que acha de tudo isso? A Independente está certa ou errada? Ela merece algum tipo de punição pelos gritos de domingo? Opine!!!
Marcelinho e os 10 anos do Mundial de Clubes – por Gustavo Grohmann
Um dia depois de sua despedida, Marcelinho Carioca continuou no centro das atenções da imprensa esportiva brasileira.
Na comemoração dos 10 anos do título mundial do Corinthians, o Pé de Anjo não perdeu a oportunidade de cutucar os adversários do Timão.
“O Corinthians foi o primeiro campeão mundial de clubes reconhecido pela FIFA. E isso ninguém vai tirar da gente”, disparou o eterno camisa 7 do Parque São Jorge.
Parabéns, Marcelinho, mas… e daí?
Não consigo entender até agora o ‘recalque’ (como diria um amigo e companheiro de profissão) dos corintianos com essa história de “primeiro campeão mundial de clubes reconhecido pela FIFA”.
E o que estou discutindo aqui, não é nem o reconhecimento das copas intercontinentais como títulos mundiais.
Só não consigo entender a insistência dos alvinegros em bater no peito e frisar: “somos os PRIMEIROS campeões mundiais reconhecidos pela FIFA”.
Repito: e daí?
Ainda se fossem os últimos, podiam encher a boca para falar que eram os “atuais” melhores do mundo e que até o próximo Mundial eles continuariam como tal.
Alguém já viu, por exemplo, um atleticano empinar o nariz e dizer: “somos os primeiros campeões brasileiros reconhecidos pela CBF”?!?!
Ou então um uruguaio, se gabando, soltar: “somos os primeiros campeões das copas do mundo”?!?!
Então, Marcelinho, dirigentes e torcedores do Corinthians, parem com essa bobagem de “primeiros campeões mundiais da FIFA”.
E parabéns pelos 10 anos dessa importante conquista!
Assim como merecem os parabéns também Santos, Flamengo, Grêmio, São Paulo e Inter, pelos títulos mundiais e/ou intercontinentais.
E você, torcedor, acha que faz diferença ser o primeiro, segundo, vigésimo ou último a ganhar um título? Opine!!!
Parece que foi só eu montar o meu Tricolor com três zagueiros no último post que o técnico do São Paulo resolveu escalar o time com apenas dois defensores de ofício no treinamento de domingo.
Ah, Ricardo Gomes, isso é perseguição, hein?!?!
Bom, mas vamos ao que interessa…
Ele iniciou a movimentação com Rogério Ceni, Jean, André Dias, Miranda e Jorge Wagner; Richarlyson, Hernanes, Léo Lima e Marcelinho Paraíba; Dagoberto e Washington.
Olha, é um bom time, mas será mesmo que depois de meia década o São Paulo conseguirá se livrar do ‘maldito’ 3-5-2 (sabemos que esse esquema, mesmo tendo dado muitos títulos ao Tricolor nos últimos anos – como me ‘puxou a orelha’ um blogonauta – não é o preferido dos brasileiros)?
O Leão já tentou, o Autuori também e o Muricy, nem se fale.
Nenhum deles conseguiu e o time do Morumbi continuou com seus três zagueiros.
Mas caso o tão sonhado esquema seja mesmo implantado pelo ‘europeu’ Ricardo Gomes, eu sugeriria uma modificação na equipe que iniciou o treinamento de domingo.
Sacar o Léo Lima, colocar o rápido Júnior César na esquerda e adiantar o bom Jorge Wagner para o meio.
Portanto, o ‘meu’ Tricolor no 4-4-2 ficaria assim: Rogério Ceni, Jean, André Dias, Miranda e Júnior César; Richarlyson, Hernanes, Jorge Wagner e Marcelinho Paraíba; Dagoberto e Washington.
E o seu, torcedor, como ficaria? Aliás, qual esquema de jogo você implantaria em seu time de coração? 4-4-2, 4-3-3, 3-5-2, 4-2-4, 4-3-1-2 (com o famoso “1” do Zagallo), ou alguma outra ‘invenção’? Opine!!!
As formações das equipes para 2010 vão depender dos técnicos Mano Menezes e Ricardo Gomes.
Mas já que o Paulistão só começa no próximo final de semana, resolvi arriscar os meus Timão e Tricolor já com os reforços contratados até o momento.
Garanto que será um “chute-certeiro”, daqueles que eu dava no ângulo do saudoso Paulo Pingaiada, lá em Muzambinho.
Corinthians: Felipe, Alessandro, Chicão, Willian e Roberto Carlos; Jucilei, Tcheco e Danilo; Jorge Henrique, Iarley e Ronaldo.
São Paulo: Rogério Ceni, André Dias, André Luis e Miranda; Jean, Hernanes, Marcelinho Paraíba, Richarlyson e Jorge Wagner; Dagoberto e Washington.
Mas será que o Mano Menezes será tão ousado quanto eu?
E o Ricardo Gomes, vai implantar seu 4-4-2 ou vai continuar com o “maldito” 3-5-2?
Bom, logo saberemos…
E pra você, torcedor, quem tem o melhor time no papel: Corinthians ou São Paulo? E já que é pra “brincar” de ser técnico, como ficaria a escalação de seu time de coração? Opine!!!
Poucos vão concordar, alguns vão simplesmente discordar e outros tantos vão me xingar.
Mas afinal, o que é mais uma “frechada” para São Sebastião?
Então, vamos lá…
Roberto Carlos merece, sim, ser convocado por Dunga e voltar a vestir a camisa amarelinha.
Agora, jogando com Ronaldo e companhia no Corinthians, mais do que nunca.
E não me venham falar de ‘arrumação de meia’, pois sobre essa injustiça já discorri em post abaixo.
E pra quem discorda de mim, responda: quem até agora se firmou na lateral-esquerda do Brasil desde a saída de Roberto Carlos?
O cruzeirense Gilberto? O colorado Kleber? O ex-fluminense Marcelo? Filipi Luís, Maxwell ou André Santos? Fábio Aurélio, Adriano, Richarlyson ou Juan?
Nem preciso responder, certo?
Antes, achávamos que a sucessão de Cafu na lateral-direita da Seleção seria complicada, mas hoje, com Maicon e Daniel Alves, nem nos preocupamos com isso.
Já na esquerda…
Portanto repito: Roberto Carlos tem de ser chamado para a Seleção Brasileira de futebol!
E digo mais: ele tem de ser o titular da lateral-esquerda do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul.
A primeira vergonha de 2010 no futebol paulista – por Gustavo Grohmann
Mal começou o ano e já temos o primeiro “absurdo-futebolístico” de 2010: o meio-campista Diego Souza, que agrediu covardemente com um pontapé o zagueiro Domingos (então no Santos) na semifinal do Paulistão de 2009, foi “ABSOLVIDO” e poderá jogar o Estadual pelo Palmeiras desde o início.
Coloquei “absolvido” entre aspas, pois na verdade a punição continua, mas foi revertida pelo TJD de São Paulo para doação de cestas básicas (antes, o jogador deveria cumprir oito partidas de suspensão). Excelente paras as instituições, que receberão o auxílio de alimentação, mas PÉSSIMO para o futebol.
Quer dizer que o cara discute com um adversário, é expulso, contido e “arrastado” por seus companheiros para o vestiário, volta, corre em direção ao adversário novamente, acerta um “chute-rasteira” em um Domingos quase de costas e ainda tem sua punição “aliviada” podendo jogar o campeonato desde o começo? Inaceitável!
Aí, no Brasileirão, chega o STJD e pune com dois ou três jogos de gancho (e ainda pelas câmeras de TV) esse ou aquele atleta que proferiu uma palavra indecorosa para o árbitro no calor do jogo ou que é reincidente ao tirar a camisa para comemorar um gol.
Coerência zero! Revoltante!
E olha que eu até acreditei naquela coisa de “ano que vem será diferente”…
Nesta segunda-feira, ‘na hora que os ponteiros se encontrarem’, o Corinthians apresentará no Parque São Jorge seu principal reforço para a temporada 2010: o craque Roberto Carlos.
Jovens jornalistas e amantes do futebol tratam o lateral-esquerdo como o melhor brasileiro que viram na posição.
Alguns deles, mesmo tendo acompanhado o inesquecível Júnior Capacete, o incansável Branco, ou o ‘além de seu tempo’ Marinho Chagas.
Não é o meu caso, já que tive a sorte de ver Nilton Santos, a Enciclopédia do Futebol, dando show dentro das quatro linhas.
Em compensação, outros torcedores fazem questão de não esquecer nem a famosa ‘bicicleta manca’ contra a Dinamarca, em 98, e muito menos a ‘arrumada de meia’ contra a França, em 2006.
Ah, senhores, façam-me o favor…
Não podemos cometer novas injustiças históricas, como culpar o Márcio Rossini e não o Márcio Nunes por quebrar o Zico, creditar ao saudoso Chicão e não ao Neca o ‘pisão’ em Ângelo e colocar a tragédia do Sarriá todinha nas costas do grande Cerezo.
E o que Roberto Carlos já fez com a camisa do Palmeiras, Inter de Milão, Real Madrid e Fenerbahce, fica de lado?
Os desarmes, arrancadas, golaços e bolas salvas em cima da linha?
E aquele golaço-espírita de falta contra a França, em que a bola fez uma das curvas mais espetaculares da história do futebol?
Roberto Carlos é sim um craque da bola, principalmente desse futebol moderno dos dias de hoje.
E convenhamos, quem de nós nunca cometeu um erro na vida? Todos temos telhado de vidro…
Por isso, parabéns Corinthians, pela excelente contratação!
E parabéns Roberto Carlos, pela carreira brilhante!
E você, torcedor, o que acha do retorno do lateral-esquerdo ao futebol brasileiro. Opine!!!
Daniel Passarella, grande defensor do selecionado argentino no título mundial de 78, acabou de assumir a presidência do River Plate.
Por amor ao seu ex-clube, o ex-técnico corintiano acabou pegando um abacaxi daqueles.
Atualmente, o clube argentino tem uma dívida de R$75 milhões.
Mas para ajudar o ex-ídolo nessa nova empreitada, não é que os torcedores do River estão se mobilizando?
Milton Neves e Daniel Passarella em março de 2005
Os “gallinas” pretendem sanar as dívidas do clube tirando uma pequena parte de seu salário e “doando” ao River.
A conta é simples: é só dividir o valor devedor pelo número de torcedores.
No caso do time argentino, seriam apenas R$ 6,25 desembolsados por cada um de seus 12 milhões de torcedores para zerar o saldo negativo.
Já imaginaram se a moda pega?
Quanto será que deveria desembolsar cada torcedor do Flamengo, Corinthians, São Paulo, Vasco e etc, para que as dívidas dessas equipes fossem sanadas?
É só conferir abaixo uma pequena amostra:
Flamengo – R$ 278,2 milhões em dívidas / 33 milhões de torcedores = contribuição de R$ 8,43 por torcedor Vasco da Gama – R$ 308 milhões em dívidas / 10 milhões de torcedores = contribuição de R$ 30,8 por torcedor Botafogo – R$ 218,9 milhões em dívidas / 2,7 milhões de torcedores = contribuição de R$ 81 por torcedor Fluminense – R$ 272,9 milhões em dívidas / 2,2 milhões de torcedores = contribuição de R$ 124 por torcedor Corinthians – R$ 118,2 milhões em dívidas / 24 milhões de torcedores = contribuição de R$ 4,92 por torcedor São Paulo – R$ 143,2 milhões em dívidas / 13,3 milhões de torcedores = contribuição de R$ 10,7 por torcedor Palmeiras – R$ 197 milhões em dívidas / 11,8 milhões de torcedores = contribuição de R$ 16,7 por torcedor Santos – R$ 134,2 milhões em dívidas / 4,9 milhões de torcedores = contribuição de R$ 27,4 por torcedor Atlético Mineiro – R$ 267,7 milhões em dívidas / 3,6 milhões de torcedores = contribuição de R$ 74,3 por torcedor Cruzeiro – R$ 131 milhões em dívida / 6,7 milhões de torcedores = contribuição de R$ 19,5 por torcedor Inter – R$ 126,6 milhões em dívidas / 4,7 milhões de torcedores = contribuição de R$ 27 por torcedor Grêmio – R$ 108,4 milhões em dívidas / 6,4 milhões de torcedores = contribuição de R$ 17 por torcedor
E você, torcedor, estaria disposto a desembolsar parte do “pão de cada dia” para ajudar o seu clube de futebol do coração? Opine!!!
Abaixo, confira entrevista do jornalista Cosme Rímoli com Luís Augusto Simon, autor do livro ‘Tricolor Celeste’.
“No Uruguai eu era do Peñarol e odiava o Nacional. Quem é que está ganhando tudo aqui? Palmeiras? Então, a partir de hoje eu odeio o Palmeiras.”
Pablo Forlan aos jornalistas.
“O quê? Sorrir para foto? Não está acontecendo nada engraçado.”
Diego Lugano na sua primeira entrevista em território nacional encarando os fotógrafos.
“Eu era acostumado a comer filé mignon. E beber o mais puro leite do meu país. Tomava quatro litros por dia. E aqui os jogadores faziam a festa com carne de panela na concentração. Eu não conseguia engolir essa comida ruim. Fui emagrecendo, definhando.”
Dario Pereyra explicando o início das suas famosas ‘dolores’…
“Eu tinha oito anos e estava jogando futebol com meus amigos quando o Uruguai foi campeão do Mundo em 1950. Vi a festa toda. Eu disse, não tem importância. Daqui dez anos serei eu quem estará com a camisa uruguaia.”
Pedro Rocha só errou por um ano. Onze anos depois vestia a respeitada camisa bicampeã mundial.
O que os quatro têm em comum?
Nasceram no mesmo país vizinho, têm personalidade saindo pelos poros e jogaram pelo São Paulo.
Foi esse mote: quatro uruguaios que marcaram época no clube do Morumbi que moveu Luís Augusto Simon.
Jornalista esportivo consagrado, acaba de lançar o ótimo livro Tricolor Celeste.
E na véspera de Natal, ele deu uma apaixonada entrevista ao blog.
Qual a importância desses uruguaios na vida do São Paulo? Por que a empatia?
Eles trouxeram personalidade, talento, mas principalmente garra ao clube. O torcedor do São Paulo sempre se identificou com jogadores que davam a alma em campo pelas vitórias. Foi o caso principalmente do Forlan e do Lugano. Já Dario Pereyra e Pedro Rocha ganharam espaço na história pelo talento, pela habilidade. Foram quatro histórias marcantes e que valem ser contadas e lembradas. A primeira edição vendeu rápido demais. Estou contente com o interesse no livro.
Conte uma história que represente bem o espírito uruguaio no São Paulo…
Ah…O que o Forlan fez quando chegou foi demais. Além de escolher o Palmeiras para odiar, ele mexeu com todos quando falou que estava na hora de ganhar, que tinha vindo do Uruguai para ser campeão com o São Paulo. Isso foi importante porque o clube estava em baixa. Fazia 13 anos que não ganhava nada. Foi o período da construção do Morumbi. A chegada de alguém com o peito, com a coragem do Forlan foi fundamental para por fim ao jejum. Ele foi um lateral direito que marcou época. Sua personalidade e seus pontapés foram marcantes. Eu telefonei para o Nei, ponta esquerda do Palmeiras, para saber se ele se lembrava do Forlan. Ele me disse que se lembrava todos os dias. Mesmo passados quase 40 anos. “Basta olhar para as minhas canelas. As marcas das chuteiras deles estão lá”, brincou o Nei. Mas pode ser que seja mesmo verdade. O Forlan era um jogador duro demais, só que representa essa vontade de superação que marca os uruguaios. E isso começou cedo.
Como assim? Conte…
O Forlan estava em casa ouvindo a Copa do Mundo de 1954. A Hungria que havia eliminado o Brasil jogava contra o Uruguai. A partida estava empatada em 2 a 2 quando um jogador uruguaio driblou o goleiro e chutou. Estava chovendo muito e o campo ficou encharcado. A bola parou em cima da risca, no barro. Era a semifinal da Copa. A Hungria acabou vencendo por 4 a 2. Forlan nunca se conformou com aquele lance. Na preparação da Copa de 1974 na Alemanha, ele foi jogar na Suíça. Naquele mesmo campo. Era um treino. Mas ao chutar a bola para as redes ele saiu comemorando. “Foi o gol mais importante da minha vida”, ele disse. Uruguaio bom é assim… A idolatria que ele provocou foi enorme na torcida. Vou dar um exemplo. A filha do então presidente Henri Aydar tinha 12 anos mas era apaixonada por ele. Toda criança via o Forlan como um ídolo, alguém que fez o clube ganhar de novo. E ele deu uma camisa para ela. A filha do presidente do São Paulo ficou tão empolgada que passou a usar a camisa do Forlan por mais de um mês seguido. Tiveram de procurar psicólogo para tratar da menina. A idolatria que ele provocava era nesse nível. Fui ao Uruguai conversar com ele e trouxe várias historias para o livro…
E Pedro Rocha no São Paulo?
Ah…Ele era muito talentoso. Foi um jogador sensacional. Chutava com as duas pernas, batia falta, cabeceava e era muito inteligente em campo. Foi um dos maiores camisas 10 que o São Paulo teve. Mas dizem que sofreu no começo. Muita gente garantiu que o Gerson não deu espaço para ele. E só depois de muito tempo, ele conseguiu se impor. O Dario Pereyra brinca que o Gerson não tinha de dar mesmo. Ele chegou consagrado, campeão do mundo no México. O Pedro Rocha jogou oito minutos apenas e se machucou. Então não tinha de dar moral, não. Mas o Pedro Rocha foi importantíssimo também no início da década de 70 quando o São Paulo voltou a ser várias vezes campeão.
E o Dario Pereyra?
Ele era um jogador muito habilidoso, versátil. O Minelli brincava com a personalidade dele. Dizia que essa história de não comer no São Paulo era porque foi mimado pela mãe e pela irmã. Mas ele foi sensacional como jogador. Foi um excelente meia que passou a atuar como quarto zagueiro. Tinha a garra uruguaia com o requinte de um meia. Sofreu muito com as contusões, mas quando se recuperou marcou época. Dario ganhou muitos títulos com o São Paulo (Foi bicampeão brasileiro, tetra paulista e formou uma dupla de zaga inesquecível com Oscar. Ficou 11 anos no Morumbi.) E agora, o ídolo de sangue uruguaio mais recente é o Lugano… Esse tem uma história de vida sensacional. Ele vivia ajudando o pai em uma fazenda. Foi descoberto por acaso em uma final de campeonato da várzea no Uruguai. Depois jogou pouco no Nacional. Acabou sendo contratado pelo então (falecido) presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvea. Ele trouxe Lugano sem perguntar para o técnico. Por isso virou ele virou jogador do presidente. E o Lugano sofreu…
Sofreu quanto?
Ah…Ele demorou para se adaptar. O Oswaldo de Oliveira não o colocava nem no banco. O Lugano ia para casa e fingia dormir para não chorar na frente da mulher. Ele ia assistir aos jogos e depois ia direto para o CT do São Paulo. Sozinho ficava chutando bola, correndo. Ele queria se aprimorar, mas sabia que fazendo aquilo iria chamar a atenção de todos para ele. Deu certo. Quando entrou no time se impôs. Usando raça, força, virou o espírito da equipe. Isso é tão importante na vida dele que é o capitão da Seleção Uruguaia. Não há um são-paulino nesses tempos que não sinta falta do Lugano. Ele é um dos grandes ídolos da história do clube.
Qual a história mais emocionante para você escrevendo o livro?
Quando fui entrevistar o Pedro Rocha. Ele está passando por um sério problema de saúde. Tem dificuldades para falar e para se locomover. Eu levei o meu irmão. Ele não parava de chorar olhando o Pedro Rocha. Não era de tristeza. Era de emoção por estar na frente de um grande ídolo. Ninguém vai tirar o carisma de Pedro Rocha. Eu percebi isso olhando para o meu irmão.
Como você explica a decadência do futebol uruguaio?
São vários fatores. O primeiro foi que eles acreditaram na velha mística da camisa celeste. O Uruguai passou a desprezar esquemas táticos e passou a jogar só na garra, vontade. Assim não vai para lugar algum. Depois o fato de o país ter só três milhões de habitantes. O universo de jogadores é muito restrito. E o fator mais importante está no êxodo dos jogadores. Os clubes estão enfraquecidos porque atletas vão embora com 12, 13 anos. Não há força financeira para dizer não. E o futebol uruguaio acaba esfacelado, fraco. Uma pena.
Mas mesmo assim você indicaria hoje um jogador uruguaio ao São Paulo?
Há sim. Um zagueiro chamado Coates no Nacional. Ele é um beque de 19 anos e mais de 1m90. Tem muito potencial. Já sentou no banco da Seleção Uruguaia contra a Costa Rica. O São Paulo deveria apostar já em mais esse uruguaio. Como é que um clube que é marcado por esses uruguaios com tanta garra pode ser chamado de de Bambi? Essa é umas maiores absurdos do futebol brasileiro. O Vampeta começou com essa bobagem e acabou pegando pela rivalidade. Foi uma maneira dos adversários invejosos atingirem o São Paulo. Mas é injusto demais. Só quem não conhece a história do São Paulo tem a coragem de chamá-lo de Bambi. Um clube que teve Forlan, Dario Pereyra, Pedro Rocha e Lugano não pode nunca ser chamado de Bambi. Nunca…
Em sua terceiro ano no futebol ucraniano, o jovem meia Willian (ex-Corinthians), além de conquistar a titularidade de sua equipe, já levantou uma Copa da Uefa (2008/09), um Campeonato Ucraniano (2007/08), uma Copa da Ucrânia (2008) e uma Supercopa da Ucrânia (2008). Na atual temporada o jogador fez quatro gols e foi responsável por cinco assistências que resultaram em bola na rede.
Revelado pelo Corinthians, a estreia de Willian na equipe profissional do Timão aconteceu no final da temporada de 2005, quando o Alvinegro, que acabara de conquistar o título brasileiro, realizou uma partida festiva contra a seleção do Brasileirão daquele ano.
Willian foi relacionado e achou que ficaria no banco, mas no vestiário foi avisado pelo técnico Antonio Lopes que seria titular. O garoto fez uma boa partida, deixou ótima impressão e a certeza de que em breve estaria definitivamente na equipe principal do Corinthians.
Mas a efetivação no time de profissionais não foi tão rápida e jogador chegou a desconfiar que poderia não subir. “Eu ficava muito ansioso. Olhava a molecada que ia pra Seleção comigo e via que todos estavam no profissional, menos eu. Mas felizmente fui paciente e recebi o incentivo de todos que trabalhavam no Corinthians até o dia que subi”, explica Willian.
Foi definitivamente promovido ao profissional pelo técnico Leão, no final de 2006. “Sou muito grato ao Leão, pois ele me deu confiança na época. Também me deu as primeiras oportunidades, eu sempre entrava nos jogos, e fui crescendo aos poucos”, completa o meia.
Clique aqui e conheça detalhes da carreira de Willian.
Envie também um comentário sobre o passado, o presente ou o futuro do jogador. A frase mais original será selecionada pela equipe do ‘Terceiro Tempo’ e o autor receberá em sua casa uma camisa oficial do Shakhtar Donetsk, com o nome e o número do meia brasileiro. O nome do vencedor será divulgado aqui em meu blog no dia 5 de janeiro de 2010. Participe!!!
Em seu nono ano no futebol europeu, o atacante Ewerthon continua marcando gols, hoje vestindo a camisa 8 do espanhol Zaragoza.
Revelado pelo Corinthians, ele viveu seu melhor momento aqui no Brasil em 2001, quando já envergava a camisa dos profissionais do Timão.
Naquela temporada, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, fez dupla de ataque com Gil e conquistou o campeonato paulista de forma memorável, eliminando o Santos, nas semifinais, com um gol aos 48 minutos do segundo tempo. Na final, o Alvinegro de Parque São Jorge bateu o Botafogo de Ribeirão Preto e levantou o caneco.
Ewerthon anotou nove gols no Paulistão daquele ano. No mesmo período, o Corinthians ainda sagrou-se vice-campeão da Copa do Brasil e Ewerthon foi um dos principais artilheiros da competição com sete gols.
Já na Europa, teve seus melhores momentos em 2002, quando marcou o gol do título alemão ganho pelo Borussia Dortmund, e em 2006, quando (já no Zaragoza) foi escolhido o melhor jogador sul-americano do Campeonato Espanhol.
Clique aqui e conheça detalhes da carreira do atacante Ewerthon.
Envie também um comentário sobre o passado, o presente ou o futuro do atacante. A frase mais original será selecionada pela equipe do ‘Terceiro Tempo’ e o autor receberá em sua casa uma camisa oficial do Zaragoza autografada por Ewerthon. O nome do vencedor será divulgado aqui em meu blog no dia 5 de janeiro de 2010. Participe!!!
Antes polêmico dentro de campo (envergando a camisa 10 – principalmente do Timão) e hoje fora dele (como ‘bombástico’ comentarista da TV Bandeirantes), Neto é um dos maiores ídolos da história do Corinthians.
Ao lado de Wilson Mano, Jacenir, Márcio, Ronaldo, Fabinho, Tupãzinho, entre outros, o Xodó da Fiel levou o Timão ao seu primeiro título brasileiro no dia 16 de dezembro de 1990.
Já são 19 anos do primeiro canecos brasileiro levantado pelo Timão e por isso resolvemos presentear um internauta com uma camisa retrô comemorativa daquela grande conquista.
E nada mais justo do que carregar nas costas o número 10 e no peito a assinatura do inesquecível José Ferreira Neto.
Clique aqui e conheça detalhes da carreira do grande Neto na seção ‘Que Fim Levou?’.
Envie também um comentário sobre o passado do Xodó da Fiel dentro das quatro linhas ou seu presente como comentarista esportivo. A frase mais original será selecionada pela equipe do ‘Terceiro Tempo’ e o autor receberá em sua casa uma camisa retrô do Timão-90 autografada pelo craque. O nome do vencedor será divulgado aqui em meu blog no dia 5 de janeiro de 2010. Participe!!!
Jornalista Profissional Diplomado, Publicitário, Empresário, Apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, Escrivão de Polícia aposentado em Classe Especial, pecuarista, cafeicultor, tem o Café Milton Neves no mercado desde maio de 2008 e é empresário também no ramo imobiliário.