Steven Spielberg, escalando o vampiro Vincent Price, o Freddy Krueger e o Jason Sexta-feira 13, não faria melhor.
Foram dois filmes iguais, ambos de terror.
E Porto Alegre, a capital brasileira do futebol por dois dias, vai permanecer assombrada por mais algumas semanas.
Pobres Inter e Grêmio, morreram abraçados como irmãos que nunca foram e como jamais serão.
Jogando em casa, contra adversários parelhos e com desvantagem de dois gols, foram vitimados ainda no primeiro tempo pelo mesmo placar: 2 a 0!
Foi uma tortura chinesa, uma maldade do destino, uma tragédia.
Aliás, duas e em apenas 24 horas.
Já lá pelos 30 minutos, a aguerrida e desunida dupla Gre-Nal, em casa, estava eliminada por Corinthians e Cruzeiro.
E suas imensas torcidas, impotentes, em qualquer lugar ou no estádio, ficaram aflitas e se pudessem, teriam optado por uma eutanásia, as primeiras da história do futebol.
Ou seja, era melhor terminar o jogo por ali e acabar de uma vez com tamanho sofrimento.
É que, também com a desvantagem do placar do primeiro jogo, a reversão com tanto gol tomado em casa tornou-se impossível e os eternos 60 minutos faltantes foram a maior tortura a que uma torcida foi submetida na história das decisões.
A missão tornou-se impossível e cada minuto parecia uma eternidade.
E, nos dois jogos, os dois gols locais marcados no 2º tempo permito-me debitar só por conta da “filantropia do futebol’.
Corinthians e Cruzeiro, já tranquilos e com adversários nocauteados, “deixaram”.
Meu Deus, toda decisão sinaliza para duas equipes equilibradas tecnicamente e as emoções e dramaticidades são sempre monumentais até o último segundo.
Na 4ª e 5ª feiras, não.
Já na metade do 1º tempo tudo tinha acabado doidamente para vermelhos, azuis, gaudérios, chimangos e maragatos.
Fica só o consolo de dois grandes erros de arbitragem: a não expulsão de André Santos – o melhor em campo – no início de Inter e Corinthians, e o pênalti escandaloso não marcado em Herrera ainda no 0 a 0 de Grêmio e Cruzeiro.
Poderia ter mudado tudo, mas foi só o Grêmio pegar um time não morto-vivo que caiu fora da Libertadores.
E, agora, a Inês é morta.
E como morre esse ex-Imortal gremista, hein?
Deu uma ressuscitadinha naquela tal “Batalha dos Aflitos” e de lá para cá não pára de morrer.
Até quando viverá assim?
Não seria melhor acabar com esse infeliz e falso de “Imortal” considerando-se que na 5ª feira quase todo gremista adoraria ter desligado os aparelhos do finado tão precocemente no jogo?
Santo André 2 x 2 Barueri. É o clássico da Grande São Paulo. Uma cidade é alavancada pela indústria; a outra, pelos industriais e executivos que moram em condomínios de luxo. Uma é beirada pela Anchieta; a outra, pela Castello Branco. Com tanta paridade, nada com um belo empate para agradar chimangos e maragatos…Ops…isso é para o palpite dos gaúchos mais abaixo….
Flamengo 1 x 1 Vitória. Dois rubro-negros, dois técnicos que começam com C. Os dois foram campeões em seus estados. Quanta coincidência. Só pode dar empate.
Santos 3 x 0 Sport. O Peixe engole os leões, o da Ilha e o Émerson. Em casa o Santos não perde quase nunca. E seguiremos rumo à ponta da tabela.
Coritiba 1 x 2 São Paulo. Sumido, apagado, mal iluminado, ofuscado pela conquista do Corinthians, o Tricolor, cujos torcedores estão morrendo de inveja do Timão, ganha mais uma e vai, aos poucos, subindo em direção à zona da Libertadores. O Jason ainda está dormindo. Será que ele acorda?
Atlético-MG 2 x 0 Botafogo. Galo x Fogão. Os mineiros vencem fácil e deixam os cariocas cada vez mais na penumbra. O fogo do time de Ney Franco vai ter que ser bem forte para iluminar o caminho. Apesar que uma bela lanterna também ilumina, né?
Grêmio 0 x 1 Atlético-PR. Com a derrota para o Cruzeiro, a metade azul dos chimangos e maragatos ficou do tamanho de uma cabeça de agulha. Pequenininha, pequenininha… Sumiram, os gremistas, né? Cadê os imortais, que morreram na Libertadores? Não apareceram por aqui hoje.
Goiás 1 x 0 Cruzeiro. Depois da classificação para a final da Libertadores, os cruzeirenses estão mais preocupados com o Estudiantes de La Plata do que com os vizinhos de Caldas Novas. Como o Goiás não tem nada com isso, vai ganhar dos mineiros.
Avaí 0 x 2 Palmeiras. Para tristeza do Silas, do Guga e do Esperidião Amin, os catarinenses perdem mais uma. E o Verdão, que já absorveu a saída do Luxa, mas não definiu quem chega (e o Muricy?), ganha um respiro. Quem não está suspirando de amores é a torcida, que perdeu K9.
Náutico 1 x 3 Internacional. O Colorado sempre vence. Resta saber de quanto. No clássico “Nau-Nal”, dá Interzaço, um pouco triste com a derrota para o Corinthians, mas firme para a sequência do Brasileiro. Se mantiver o elenco, será campeão com um pé nas costas. Mas não o do saci, senão ele cai, né?
Vila Nova 0 x 3 Guarani. Uma espécie de Galo da Série B, o Bugre é hoje a maior surpresa do Brasil. Tem 91% de aproveitamento na Série B. Que beleza!
Ponte Preta 2 x 0 Juventude. A querida Macaca está atrás do Guarani, mas faz parte do G-4. Portanto, se a segundona acabasse hoje, os campineiros estariam na Série A. Já pensou? Bom, enquanto isso não chega, que tal ganhar do Juventude e ficar com os pés no chão?
Para relembrar algumas regrinhas: o blogonauta que mais acertar os resultados dos 11 jogos vai ganhar um cooler da Brahma, que enviarei para a casa do sortudo. Só valem palpites cheios, placar 100% na mosca. Se houver empate entre 2 ou mais palpiteiros certeiros, farei um sorteio. Os não premiados, que vierem a perder no sorteio, ganharão uma lembrança especial do meu site www.miltonneves.com.br. Os palpites devem ser postados apenas no Blog até sábado às 16h, para todos concorrerem com 100% dos jogos. E atenção: só valerão palpites com os nomes dos clubes, não valendo apelidos ou abreviações, ok? Ah, e só valerá um palpite por IP (o endereço de cada computador), mas vocês podem tentar a sorte quantas vezes quiserem, valendo, repito, só o primeiro, combinado? Boa sorte!
Foi o único Gre-Nal da história em que os dois saíram perdendo: um na quarta e outro na quinta.
Até os placares foram os mesmos: 2 a 2.
Nem a foto do Hugo de León sangrando, colocada no site do Grêmio, foi capaz de reverter a situação.
Coitado daquele locutor que ficou famoso quando o Inter ganhou do São Paulo na Libertadores de 2006.
Ele estava com o “improviso todo decorado”, mas teve que guardar a fala para usar outro dia.
Segundo o IBGE, o Rio Grande tem 10 milhões, ”cento e qualquer coisa” de habitantes.
Grêmio e Inter, nesse Gre-Nal de 24 horas, deixaram, a cada dia, cinco milhões de chimangos e maragatos igualmente tristes.
Enquanto a parte vermelha chorava ontem, os azuis, esperançosos, comemoravam.
Hoje é o oposto: colorados tentam sorrir, na esperança de diminuir sua dor, ao verem um Grêmio velar seu defunto.
O fato é que, ao só pegar morto-vivo pela frente, o Grêmio se sentiu imortal, mas teve o atestado de óbito assinado pelo Gladiador, que fez um primeiro tempo impecável e colocou o ótimo Wellington Paulista na cara do gol.
A chance de os gaúchos marcarem cinco gols era a mesma que o time de Nilmar teve de fazer ontem para cima do Corinthians.
Apesar que o árbitro não deu um pênalti claro para os tricolores quando o placar estava 0 a 0.
Mas ambos estão de parabéns.
Assim como o Cruzeiro.
O último estado brasileiro, territorialmente falando, virou nesses dois dias a capital da federação.
E os politizados, cultos e inteligentes gaúchos fazem agora um choro uníssono.
Choro esse que não foi precedido por muito sofrimento, não.
Tanto ontem quanto hoje, o par de gols saiu praticamente colado e ainda nos primeiros tempos as faturas estavam liquidadas.
Restou aos dois perdedores terminar seus compromissos com dignidade.
Ontem, o Inter bateu o que pode.
Hoje foi diferente: o tricolor caiu em pé, sem dar pontapé.
Está de parabéns!
E não esqueça, gremista, de estar com o Grêmio onde o Grêmio estiver!
Assim como você esteve hoje durante os noventa minutos.
Foi uma cena linda de apoio!
Claro, desconsiderando aqueles que imitaram macaco quando o Elicarlos entrou.
Esses são um bando de imbecis.
Macaco é a mãe!
Agora, gremista de verdade, é bola pra frente, recompor as perdas e fazer seguir a vida, que continua com um Brasileirão dificílimo.
Força, gaúchos!
E boa sorte ao Cruzeiro, que vai pegar o Estudiantes.
Sei não, hein?
Estou achando que os argentinos vão comemorar!
Isso se a gripe suína deixar, né?
Não que eu esteja torcendo contra, muito pelo contrário.
O Internacional possui três vantagens: é mais time, vai jogar completo e terá o estádio inteirinho a apoiá-lo.
Os fatores que beneficiam o Corinthians também são três: a matemática, o relógio e o Ronaldo.
Dos 90 minutos, o Fenômeno só joga dez e fica os outros 80 minutos apenas olhando. Nesse 1/6 de hora “produtiva”, ele cria três possibilidades e faz um gol.
Ou dois, como na final do Paulista.
Uma baita produção, né?
Se isso ocorrer, o Inter terá que marcar quatro.
Portanto, os gaúchos têm apenas uma chance: marcar o Ronaldo por dez minutos.
Mas alguém sabe qual é o momento certo?
É mais ou menos como a história do encanador chamado para desentupir uma pia.
Ele vai ao local e dá duas marteladas no cano.
Na hora de cobrar pelo serviço, diz que custou R$ 250 reais.
A dona da casa, espantada, diz que se duas marteladas custam tudo isso, ela mesma deveria pegar a ferramenta e bater no cano.
O encanador vira e fala: “Mas a senhora sabe qual o lugar certo de martelar?”
Para não entrar pelo cano, os colorados precisarão adivinhar o momento certo de bater, digo, marcar o Fenômeno.
Lembrando que se a martelada for forte demais, o cano quebra e o encanador é demitido, ou melhor, é expulso!
Ontem, às 22h31, o vice-presidente de futebol do Internacional, Fernando Carvalho, me ligou.
Tratamos basicamente de dois assuntos: Tite/Muricy e o tal “DVD do Apito” contra o Corinthians.
Sobre o vídeo, o cartola me falou que ele não foi feito para intimidar ou pressionar quem quer que seja, mas para mostrar a realidade sobre os seguidos e costumeiros favorecimentos ao alvinegro paulista.
Fernando disse também que enquanto estiver vivo não vai esquecer o pênalti não marcado em cima do Tinga, “o maior erro de arbitragem de todos os tempos”, que foi crucial para a definição do título brasileiro de 2005 a favor do Timão.
O segundo tema da conversa: “Tite sai e Muricy chega?”
Fernando foi incisivo: “NÃO”.
Haja o que houver amanhã, o treinador não será demitido e fica, portanto, até o fim do contrato, em dezembro, segundo as palavras do dirigente.
É mais ou menos do que aconteceu comigo em 18 de novembro de 2008, quando, às 15h41, recebi um telefonema do governador do DF, José Roberto Arruda, me convidando para assistir à partida entre Brasil x Portugal, no dia seguinte.
Eu disse que não poderia comparecer, agradeci, ele entendeu e falou que o Ricardo Teixeira estava a seu lado.
Pedi o telefone e perguntei: “O Dunga sai amanhã?”
Ele foi curto e grosso: “Não, não sai! E é tudo besteira o que tenho lido, visto e ouvido por aí.”
Dunga não saiu, o Brasil goleou Portugal por 6 a 2 e Dunga começou a fincar seus grampos na rocha.
Bom, por essa lógica, o Internacional dará uma surra no Timão: será 4 a 1.
Abaixo, veja o vídeo do polêmico jogo entre Corinthians e Inter, em 2005, apitado por Márcio Rezende de Freitas.
O atacante Ronaldo, do Corinthians, esbravejou contra os longos períodos de concentração impostos aos jogadores. As declarações caíram como uma bomba no clube, que na quarta-feira enfrentará o Internacional, na decisão da Copa do Brasil.
“É um exagero o tempo que a gente passa concentrado. Entendo perfeitamente a importância do momento que vivemos, mas se formos ver, de seis meses, ficamos três concentrados”, detonou.
“É muito tempo trancado em hotel, em Itu, viajando. Muitas vezes, concentramos dois dias antes. Particularmente, estou cansado. É desgastante psicologicamente e fisicamente não é garantia de resultado. Se fosse, o time do presídio seria campeão todo ano.”
E continuou. “Nós não temos mais brincadeiras entre a gente. É desgastante e interfere na cabeça de todos”, afirmou, antes de citar o Barcelona como exemplo a ser seguido.
“O Barcelona só se concentrou um dia antes da final da Liga dos Campeões porque a Uefa obrigou. No resto, não se concentra em nenhum dia. Eles se encontravam às 11h, almoçavam e jogavam às 20h ou 21h. E ganharam tudo.”
Caso o Corinthians seja campeão da Copa do Brasil, Ronaldo espera que o técnico Mano Menezes “reveja os seus conceitos”
“Ganhando a Copa do Brasil, as coisas têm que melhorar, têm que ser mais tranquilas. Quero passar mais tempo em casa do que no hotel. Gostaria muito de ter uma rotina mais tranquila.”-
“Só dei minha opinião. Não estou sugerindo nada ao Mano. É uma coisa minha, mas reflete no grupo inteiro. Desde o início, nunca pedi privilégios ou regalias. Como vivemos em um país democrático, falar sobre isso é permitido.”
O técnico Vanderlei Luxemburgo foi demitido do Palmeiras nesta madrugada. No blog que mantém na Internet, o treinador informa que a diretoria alegou “quebra de hierarquia” para dispensá-lo.
Nesta sexta-feira, Luxa disse na Academia de Futebol que Keirrisson, negociado ao Barcelona, “não jogaria mais no Palmeiras, mesmo se a negociação fracassasse, por ter desrespeitado o elenco com a decisão abrupta de deixar o clube”.
Confira abaixo, na íntegra, o que escreveu o agora ex-técnico do Verdão.
Reproduzo aqui, na íntegra, o que escreveu o repórter Rogério Pagnan, da Folha de S. Paulo.
“Diante dos casos de violência deste ano, incluindo uma morte e a explosão de uma bomba, a Promotoria de SP quer impedir, já em 2010, a realização da Parada Gay na av. Paulista.
Entre os locais para onde o evento pode ser deslocado, por sugestão do Ministério Público, está o estádio do Morumbi, na zona oeste da capital. “Uma alternativa é diluir em outros eventos [menores], para que possa ser utilizado o Sambódromo, o autódromo de Interlagos, até o estádio do Morumbi, que é um local apropriado para manifestações dessa natureza”, disse o promotor José Carlos Freitas, responsável pelo inquérito.
Para o promotor, as recentes declarações do prefeito Gilberto Kassab (DEM) reforçam a necessidade de mudança.
Kassab já afirmou que a Paulista “cada vez mais se mostra inadequada para os eventos”, mas que seriam necessário os laudos técnicos.
A Promotoria deve discutir o tema com Kassab, usando como base o relatório da PM que diz que “o evento tem atingido proporções que fogem aos padrões de segurança, tranquilidade e salubridade”.
Segundo o documento, a parada foi de 2.000 participantes, em 1997, para 3,1 milhões neste ano. Foram 324 ocorrências em 2005, contra 691 em 2009.
Para Alexandre Santos, presidente da associação que organiza o evento, não há falta de segurança. “Se for assim, tem que tirar também o Réveillon.”
Ontem, a reportagem tentou ouvir Kassab, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.”
Milton “Pitonisa” Neves dá seu palpite e os internautas, como toda semana, fazem o mesmo. O vencedor leva um cooler da Brahma.
Brasil 5 x 0 Estados Unidos. Os EUA são o equivalente à segunda divisão do campeonato amador de Guaxupé-MG. Mas como eles estão em evidência, depois de ganharem dos “touros paraguaios” da Espanha, vão dificultar um pouquinho para o time de Dunga. Por isso só 5 a 0. (Brasil 3 x 2 Estados Unidos). Na mosquíssima! Três do Brasil, com dois dos EUA, dão cinco. E era para ser mais, caso o juiz desse um gol legítimo pra “nóis”. A bola entrou um quilômetro. E acertei também que os americanos iriam dificultar um pouquinho. Milton Pitonisa Neves estã em grande fase!!!
Barueri 0 x 5 Atlético-MG Líder absoluto, o Galo Mais Lindo do Mundo vence fácil, fácil, os novatos do Barueri. Diego Tardelli, o melhor atacante do Brasil, vai marcar mais um, dois ou três. E rumo ao título!!! (Barueri 4 x 2 Atlético-MG). Na mosquíssima! Para que acertar o placar se “pitonisei” que o Tardelli maçaria dois? Tardelli na seleção. Ao lado do Luís Fabiano! Sobre o placar, isso acontece de vez em nunca. E o Galo continua líder.
Atlético-PR 3 x 1 Corinthians. O Furacão fará a festa com os reservas do Timão, que está de olho é no Colorado. E como o Atlético não tem nada a ver com isso, e ainda por cima está “despetralizado”, sai da lanterna. Mas é pra ganhar, hein Furacão? (Atlético-PR 1 x 0 Corinthians). Na mosca! 1 a 0 para quem estava na lanterna equivale a 5 a 0 em situação normal. E o Furacão arranca rumo à parte de cima da tabela. Viva o Atlético, devidamente “despetralizado”.
São Paulo 1 x 1 Náutico. Não é desta vez que o Tricolor sai da lama. O Ricardo Gomes está chegando agora, não conhece o time, e a torcida anda “fula” da vida com Ju-Ju, o Juvenal Juvêncio. O fantasma do Muricy ainda assombra o Morumbi. Buuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu….. (São Paulo 2 x 0 Náutico). Na mosquíssima!!!! Não disse que o fantasma do Muricy ainda assombra o São Paulo? Os gols não saíram de bola na área e de “chuveirinho”, jogadas treinadas pelo antecessor de Ricardo Gomes. Ah, ando em grande fase!!!
Cruzeiro 0 x 2 Avaí. O jogo contra o Grêmio ainda está na mente do cruzeirense. Ainda mais porque os gaúchos deram uma ressuscitada ao marcarem um golzinho. Eu diria que o Grêmio tem 2,12% de chance de ganhar a vaga. Ah, me esqueci, o palpite agora é para o Brasileirão. Dará Avaí, fácil, fácil. (Cruzeiro 1 x 0 Avaí). Errei, né? Mas acertei quando disse que os mineiros vencem o Grêmio!!!! Vocês vão ver! Podem me cobrar!
Botafogo 1 x 1 Goiás. O Fogão anda mal, né? Parece que está de namorico com a Segundona. Como desgraça pouca é bobagem, não é desta vez que o time de Ney Franco deixa a má fase para trás. (Botafogo 1 x 4 Goiás). Que fase, hein, Fogão? E eu acertei tudo, menos o placar. Disse que os cariocas estão paquerando a Série B e que o time de Ney Franco não deixaria a má fase. Portanto, mais um na mosca!
Vitória 2 x 2 Santo André. Os baianos estão em terceiro; o Ramalhão, em oitavo. Portanto, o empate é bom resultado para os dois. E Viva a Bahia! (Vitória 4 x 1 Santo André). Errei, assumo. Não dá para acertar todas, né! Viva o Vitória!
Palmeiras 1 x 2 Santos. Madson Maradônico adora fazer gol no Verdão. E domingo não será diferente. Pena que não poderei ver a partida, pois estarei no ar com o Terceiro Tempo. O pior é que os “patrulheiros” dirão que deu Peixe porque o “pé frio” aqui não viu o jogo. Ahahahaha… E a torcida, vai pegar no pé do Luxa? (Palmeiras 1 x 1 Santos). Acertei 66,66% dos gols, ótima média. E errei quando perguntei se a torcida pegaria no pé do Luxa. Claro que não, ele foi demitido no sábado. E a Turma do Amendoim foi dormir ontem com a garganta presa, pos não teve técnico para chamar de burro.
Internacional 2 x 0 Coritiba. O Coxa fez 5 a 0 no Flamengo, que ganhou do Colorado por 4 a 0. Por essa lógica, e se a história fosse com o Grêmio, o Coxa venceria por 9 a 0. Mas o Interzaço é bom de briga e vai levar os três pontos. Tudo como preparação para vencer o Corinthians na quarta-feira. (Internacional 3 x 0 Coritiba). Na mosca! O Interzaço só me dá alegria. E dará mais ainda na quarta-feira!
Sport 0 x 0 Grêmio. De um lado está o Leão, que não ganha nada e nem de ninguém. Do outro, os gremistas, que levaram uma surra do Cruzeiro, mas marcaram um golzinho que só deu um pouquinho de esperança à torcida tricolor. O resultado? Um zero a zero duro. Duro de assistir. (Sport 3 x 1 Grêmio). Tão vendo? Eu tento torcer para o Grêmio, mas os tricolores não me deixam felizes. Torci por um belo empate fora de casa, mas os gremistas me decepcionaram mais uma vez. Assim vou torcer para outro time no Rio Grande, viu?
Fluminense 2 x 2 Flamengo. Nada de Gre-nal, Corinthians x Palmeiras, Ba-Vi, Guarani x Ponte Preta. Clássico que é Clássico é Fla-Flu. É clássico com letra maiúscula. Será Adriano x Fred. Um jogaço! (Fluminense 0 x 0 Flamengo). Na mosca! Jogaço! Claro, Fla-Flu é sempre jogaço.
Guarani 2 x 0 São Caetano. O Bugre, que reina na Série B, ganha do Azulão, que tentou ser um São Paulo, um Flamengo, um Internacional, mas ficou sendo um São Caetano. (Guarani 1 x 0 São Caetano). Na mosca! O Guarani é um “mix” de Galo com Colorado na Série A. Líder absoluto, segue a passos largos rumo ao topo.
Figueirense 0 x 1 Vasco. O Vascão vence, mas, como diria Mauro Beting, não convence. Convencido mesmo está o torcedor cruzmaltino. Convencido de que o Vasco ainda é “Olaria” da Gama. (Figueirense 1 x 1 Vasco). Não disse que o torcedor cruzmaltino anda cada vez mais convencido que seu time é “Olaria” da Gama? E o Vascão está fora do G-4. Mas calma, torcedor, que “nóis” sobe. Ô se sobe!
Para relembrar algumas regrinhas: o blogonauta que mais acertar os resultados dos 13 jogos vai ganhar um cooler da Brahma, que enviarei para a casa do sortudo. Só valem palpites cheios, placar 100% na mosca. Se houver empate entre 2 ou mais palpiteiros certeiros, farei um sorteio. Os não premiados, que vierem a perder no sorteio, ganharão uma lembrança especial do meu site www.miltonneves.com.br. Os palpites devem ser postados apenas no Blog até sábado às 16h, para todos concorrerem com 100% dos jogos. E atenção: só valerão palpites com os nomes dos clubes, não valendo apelidos ou abreviações, ok? Ah, e só valerá um palpite por IP (o endereço de cada computador), mas vocês podem tentar a sorte quantas vezes quiserem, valendo, repito, só o primeiro, combinado? Vocês viram como sou bom de computador? Sei até o que é IP. Ahahahahah. Boa sorte!
O jogo Guarani x São Caetano foi desconsiderado pois ocorreu na sexta-feira. O vencedor da semana foi Gustavo Lima, com quatro acertos. Quem também fez quatro pontos vai receber um brinde do blog. Para isso, favor mandar um e-mail para sergio@terceirotempo.com.br e informar nome e endereço completos, ok? Obrigado pela participação de todos.
Podem reclamar, gremistas, mas a classificação já era.
Aliás, há uma chance: de 2,12%
Depois de pegar um monte de morto-vivo e se achar campeão, o bom time do sul encontrou uma equipe de verdade e levou bomba.
E bota bomba nisso.
3 a 1.
Mas era para ser 3 a 0.
O árbitro marcou uma falta inexistente de Kléber.
Na sequência, pumba, gol do Souza.
Uma vergonha!
O Cruzeiro foi operado hoje!
O Grêmio não vai conseguir reverter a situação.
Principalmente porque o Kléber Gladiador não marcou, continua sendo perseguido pelos adversários e pela arbitragem, e certamente marcará o dele no Olímpico.
Nem o golzinho de Souza aos 34 do segundo tempo foi suficiente para dar um pouquinho de esperança aos gaúchos.
Aliás, acho que semana que vem vou assistir à partida ao lado da torcida gremista, que tal?
Faz alguns meses que venho alertando para o nível dos adversários dos “ex-imortais”.
“Não sei o que lá Chicó”, time da linguiça, tudo timinho nota 1,12.
Acabou.
E o Máxi Lopez foi acusado de racismo por Elicarlos.
O comentarista Mauro Beting, da Rádio Bandeirantes de São Paulo e de outros “trocentos” veículos de comunicação, foi doutrinado na igreja palmeirense, por obra dos pais, Joelmir e Lucila.
Entretanto, o jovem serelepe, amante do futebol, percebeu que o esporte mais popular do planeta não se resumia ao time do coração.
Hoje, Mauro Beting (falando sério) é um dos principais personagens da história da crônica esportiva desse país, como diria Lula, e um admirador fiel e convicto da Massa.
Para homenagear o Clube Atlético Mineiro e sua torcida, o “multifuncional” fez um texto irrepreensível, emocionante, delicioso, forte e vingador.
Eu, Milton Neves, como fã incondicional da torcida mais vibrante e espetacular do planeta, recomendo a crônica.
Só uma ressalva aos cruzeirenses.
Não leiam.
O risco de virar a casaca é enorme.
“O melhor lance do Atlético não foi num jogo.
Foi fora dele. Foi numa derrota.
Minto, num empate de um time invicto, o supervice-campeão do BR-77.
Não foi o melhor jogo ou jogada.
Mas não teve nada mais atleticano que aquilo: depois da derrota nos
pênaltis para o São Paulo, Mineirão e Brasileirão estupefatos pela queda
sem derrota de um senhor time de bola, os jogadores baqueados e barreados
pela chuva e pela lama se abraçaram no gramado e assim foram ao vestiário.
Foi a primeira vez que vi a cena reverente que virou referência.
Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra).
Nenhum jogador estava jogando pra galera.
Era fato.
Time e torcida estavam juntos naquele abraço doído e doido.
Como tantas vezes o atleticano esteve junto com o time. Qualquer time.
Nada é mais atleticano que aquilo: um time que se comportou como o
torcedor.
Solidário na dor, irmão no gol.
O atleticano é assim: tem a coragem do galo, mas não a crista.
Luta e vibra com raça e amor. Mas não se acha o dono do terreiro.
Sabe que precisa brigar contra quase tudo e contra quase todos. Até contra
o vento, na célebre imagem de Roberto Drummond.
Aquela que fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma
tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o atleticano
escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria contra o vento durante
a tormenta.
Não é metáfora. É meta de quem muitas vezes fica de fora da festa. Não
porque quer. Mas porque não querem.
Posso falar como jornalista há 17 anos e torcedor não-atleticano há 41: não
há grande equipe no país mais prejudicada pela arbitragem.
Os exemplos são tantos e estão guardados nos olhos e no fígado.
Não por acaso, o atleticano acaba perdendo alguns jogos e títulos ganhos
porque acumulou nas veias as picadas do apito armado.
Algumas vezes, é fato, faltou time. Ou só sobrou raça. Mas não faltou
aquilo que sobra no Mineirão, no Independência, onde o Galo for jogar:
torcida.
Pode não ser a maior, pode não ser a melhor, pode até se perder e fazer
perder por tamanha paixão, cobrando gols do camisa 9 como se todos fossem
Reinaldo, pedindo técnica e armação no meio-campo como se todos fossem
Cerezo, exigindo segurança e elegância da zaga como se todos fossem
Luisinho.
Mas não se pode cobrar ninguém por amar incondicionalmente.
O atleticano não exige bola de todo o time. Não cobra inspiração de cada
jogador. Quer apenas ver um atleticano transpirando em cada camisa, em cada
posição, em cada jogada.
Por isso pede para que o time lute.
É o mínimo para quem dá o máximo na arquibancada.
A maior vitória atleticana é essa. Mais que o primeiro Brasileirão, em
1971, mais que o vice mais campeão da história do Brasil, em 1977.
Os tantos títulos e troféus contam. Mas tamanha paixão, essa não se mede.
Preste atenção no que disse o quase sempre falastrão Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, sobre as vacas magras que rondam o Morumbi:
“É bem possível que este seja um ano sem títulos. Desde que começamos a ganhar, nós viramos referência e aí tem uma hora que as adversidades acontecem”.
E bota adversidade nisso.
Além da eliminação para o Cruzeiro há quatro dias, veio a derrota quase humilhante para o Corinthians.
O sempre falador Marco Aurélio Cunha segue a linha de Leco e acredita que o Tricolor vai entrar num período de secas depois de quatro anos ganhando algo importante.
Mas são-paulino que é são-paulino detesta perder.
Se é corintiano, no outro dia o “cabra” levanta, vai trabalhar e segue a vida.
Com o torcedor do São Paulo, não.
Dono de um nariz empinado, ele detesta perder.
Não pela derrota em si, mas pelo status da sensação de perder.
É mais ou menos parecido com a senhora ex-milionária que, falida, ainda mora na mesma mansão só para não ser tachada de “derrotada”.
Mesmo que a casa esteja caindo aos pedaços, o que não é o caso do Tricolor.
E se a “senhora” São Paulo não ganhar mais nada este ano?
E se a maré de azar durar duas, três temporadas?
E se o Morumbi perder a batalha pela abertura da Copa?
E se, pior, o estádio deixar de figurar entre os palcos dos jogos?
E se o Ricardo Gomes não der jeito no fragilizado elenco são-paulino?
E se Ju-Ju, o Juvenal Juvêncio, se arrepender de ter mandado o Muricy embora?
E se o Rogério Ceni não voltar a ser o que era?
E se ele nem voltar?
E se a fase não melhorar, a torcida vai lotar o estádio, como fizeram, em momentos mais difíceis do que o atual do SPFC, palmeirenses, corintianos, atleticanos, botafoguenses e gremistas?
E se essa situação não passar de uma “marolinha” e o tri virar tetra?
O Corinthians martelou mais um prego no caixão são-paulino. Eliminado da Libertadores, o Tricolor perdeu para o arquirrival por 3 a 1 no Pacaembu.
Os gols foram marcados por Cristian, Chicão, Jucilei, do Timão, e Richarlyson, o novo inimigo da torcida tricolor.
Como esse rapaz é perseguido pelos são-paulinos!!!
O time do Morumbi criou algumas chances de abrir o placar no primeiro tempo, mas foi punido com o contra-ataque puxado por Cristian. Ele tocou para Douglas, que o deixou na cara de Dênis com um lançamento magistral. Aí, foi só tocar para as redes e correr para o abraço.
No fim do primeiro tempo, houve um bate-boca do são-paulino Richarlyson com o alvinegro Jorge Henrique. Hugo também se meteu e recebeu o cartão amarelo, assim como o atacante corintiano.
Abalado emocionalmente, por pouco o Tricolor não viu a vantagem do rival aumentar. No último lance do primeiro tempo, Renato Silva quase marcou contra.
Qualquer tipo de tentativa de reação do São Paulo foi freada aos 12 minutos da etapa final, quando Chicão acertou uma cobrança de falta magistral, no ângulo. 2 a 0.
Aos 27, o volante Jucilei aumentou de cabeça a vantagem alvinegra. A torcida gritou “olé” nas arquibancadas. No fim, Richarlyson diminuiu o vexame da equipe do Morumbi.
Ricardo Gomes, pelo visto, vai ter um trabalhão.
Paciência, viu?
No Maracanã Adriano desencantou e marcou três na goleada do Mengão sobre o Internacional por 4 a 0.
Cuca desafoga a crise após suposta ligação para Juvenal Juvêncio.
Será que o Fla engrena agora?
O Internacional vacilou e agora vê o meu Galo se distanciar na tabela.
O Atlético-MG que está irresistível.
Ganhou do meu Santos na Vila por 3 a 2 e segue muito bem rumo a um título há muito tempo esperado pela Massa.
Espero que não baixe um cavalo paraguaio em Celso Roth, que aliás está fazendo um excelente trabalho.
De novo.
O Cruzeiro também perdeu neste domingo.
E de goleada: 4 a 2.
Claramente de “ressaca” pela classificação na Libertadores, a Raposa perdeu do Barueri do Pedrão, que é a grande surpresa do campeonato.
Parecia que o Palmeiras tinha se classificado para a semifinal da Libertadores.
Ah, entendi…os torcedores compraram quilos e quilos de rojões na quarta-feira e não puderam soltá-los.
Ficou tudo guardado.
E hoje, com o empate no finalzinho, os palestrinos comemoraram.
Então tá, né?
Cada um comemora o que pode.
Sabe quem mudou o rumo do jogo?
Ele, Obina.
Fez dois, sendo o último um golaço, mas o árbitro deu impedimento.
Uma pena, foi um verdadeiro “roubo” e o Alício Pena Júnior já passou da hora de pendurar o apito.
O outro do Verdão foi marcado por Keirrison, o K9.
E o Botafogo, hein?
Perdeu para o Vitória por 4 a 3.
Sei não, o Fogão está de namorico com a Segundona.
Desde que os pontos corridos começaram, sempre um ou dois grandes caem.
Mas um time rebaixado duas vezes é inédito.
Sai dessa, Fogão!!!
Por falar em saída, o Sport, do técnico Leão, levou uma tunda do Ramalhão.
2 a 1.
Eu sempre digo: o Leão é igual ao médico que ressuscita o paciente, dá esperanças a ele, mas, pouco depois, e após centenas de confusões, deixa o pobre coitado morrer.
É assim.
Por falar em Santo André, você sabe por que “Ramalhão”?
É de João Ramalho, fundador da cidade.
E você achou que fosse por causa do Muricy Ramalho, né?
Coitado do Muricy.
Ainda bem que ele saiu, assim não verá seu time do coração perder para o Corinthians amanhã.
E o derby campineiro, hein?
Mesmo jogando em Moisés Lucarelli deu Bugre do Vadão.
Os dois estão em grande fase.
O mesmo se aplica ao selecionado espanhol.
Eles têm a camisa mais bonita do mundo e um futebol encantador.
Mas, ao cruzar com o Brasil, perderá como sempre.
E nos jogos do final da noite de ontem o Coxa voltou a vencer fora de casa contra o Timbu de Carlinhos Bala. Tava na hora, hein, Renê?
Já o Grêmio quase, mas quase mesmo perdeu de novo para o Goiás em casa. Ano passado a derrota para o Esmeraldino custou o Brasileirão 2008. Mas o Tricolor gaúcho está de olho mesmo é na Libertadores, onde acho que irá perder para a Raposa.
E o Léo Gago, rapaz? Que chutaço de fora da área. E olha que estavam pegando no pé dele e no final ele deu a vitória do Avaí sobre o “esquisito” Fluminense, que tem um timaço, mas que perde como um timinho.
É, não teve jeito para o “ex-zangadinho do Morumbi”.
Juvenal não teve dó e dispensou o vencedor técnico Muricy Ramalho.
Na minha opinião é uma pena, pois ele fez muito pelo São Paulo.
É um cara honesto, competente e um dos melhores do Brasil, mas realmente não tinha mais clima para ele depois dessa eliminação.
Agora assume Milton Cruz, o eterno fiel escudeiro de qualquer técnico que passe pelo Morumbi.
E por que não efetivar o auxiliar como técnico principal de uma vez, hein, Juvenal?
Não seria uma boa alternativa, já que o Milton, que era um centroavante nota 5,4, é um auxiliar técnico nota 9,8 e poderá fazer sucesso como técnico do São Paulo afinal ele conhece o clube como poucos.
Outros nomes podem surgir nos próximos dias. Abelão, Dorival Júnior, Silas, Renato Gaúcho e Zetti podem aparecer nos portões do CT do Tricolor.
ATUALIZAÇÃO: Juvenal Juvêncio já anunciou o novo técnico para substituir Muricy. Será Ricardo Gomes, ex-técnico do Paris St. Germain e do Mônaco e ex-zagueiro da Seleção Brasileira.
Informação de dentro do São Paulo já indicam também uma “limpa” no elenco de jogadores, que segundo o próprio Muricy Ramalho, “não deu liga” e que está cheio de “vaidades exaltadas”.
Agora, como que o “Ju-Ju” anuncia o técnico um dia depois de dispensar Muricy? Que negociação rápida é essa? Está parecendo que a queda de Muricy realmente só dependia da eliminação da Libertadores e Ricardo Gomes já estava na mira e já haveria acertado antes as tratativas com a diretoria Tricolor.
Sai Muricy, um homem de caráter e do bem e entra outro, segundo muitos, com a mesma qualidade pessoal, mas que tecnicamente ainda não provou ser um treinador de ponta.
E aí torcedor Tricolor? Triste ou contente pela saída de Muricy Ramalho? E agora com Ricardo Gomes, o você acredita que o time voltará a jogar bem? Quem você acha que deve sair do elenco Tricolor? Opine!
Jornalista Profissional Diplomado, Publicitário, Empresário, Apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, Escrivão de Polícia aposentado em Classe Especial, pecuarista, cafeicultor, tem o Café Milton Neves no mercado desde maio de 2008 e é empresário também no ramo imobiliário.